terça-feira, 30 de setembro de 2008

Sarau Eletrônico publica entrevista com o escritor e professor Godofredo de Oliveira Neto

Sarau Eletrônico Publica entrevista com o escritor e professor Godofredo de Oliveira Neto



Já está disponível no Sarau Eletrônico ( www.bc.furb.br/saraueletronico ), site de literatura mantido pela Biblioteca Universitária da FURB, a entrevista com o escritor e professor Godofredo de Oliveira Neto.
Godofredo de Oliveira Neto nasceu em Blumenau, cursou seus estudos superiores na França durante os anos da ditadura brasileira e atualmente reside no Rio de Janeiro. Professor do Departamento de Línguas Vernáculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro, graduou-se em Relações Internacionais pelo Instituto de Altos Estudos Internacionais da Universidade de Paris II (França) e em Letras pela Universidade de Paris III (França), onde também realizou seu mestrado em Letras. Possui ainda o título de Doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ocupou diversos cargos técnicos em instituições nacionais e internacionais, e integra diversos grupos de pesquisa em literatura, dentre os quais o comitê de pesquisadores da Association Archives de la Litérature Latino-américaine des Caraibes et Africaines du XX Siècle, ligado à UNESCO. Preside a Comissão de Língua Portuguesa do Ministério da Educação do Brasil e o Conselho Científico do Instituto Internacional de Língua Portuguesa da CPLP, entidades responsáveis pela implementação do novo Acordo Ortográfico nos países lusófonos. Pesquisador de Graciliano Ramos, é autor de diversos livros: “Faina de Jurema” (1981), “A Ficção na Realidade em São Bernardo” (1990), “O Bruxo do Contestado” (1996), “Pedaço de Santo” (1997), “Oleg e os Clones” (1999), “Marcelino Nanmbrá, O Manumisso” (2000), “Ana e a Margem do Rio” (2002) e “Menino Oculto” (2005).
Apesar de residir no Rio de Janeiro, Godofredo de Oliveira Neto costumeiramente ruma a Blumenau, seja para visitar seus parentes, seja para se refugiar na propriedade que a família mantém no interior do Parque das Nascentes, onde escreve seus livros.
Na cidade por convite da organização do 3º Fórum de Literatura Brasileira de Blumenau, onde palestrou, Godofredo concedeu esta entrevista ao Sarau Eletrônico no final do mês de agosto de 2008. Neste depoimento, fala sobre sua biografia, analisa sua produção literária e aborda o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Mesclando história e literatura, local e universal, o resultado da entrevista constrói uma breve cartografia da produção literária deste autor que, apesar de nacional, não abandonou sua condição local.
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mark ryden
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EmCena Catarina apresenta Women´s White Shirts



O espetáculo Women´s White Shirts é uma produção do grupo de teatro (E)xperiência Subterrânea, que, desde sua fundação em 1995, desenvolve um trabalho centrado nos limites do ator e na experimentação com o espaço cênico. Na peça, a faxineira que trabalha em um necrotério dialoga com seus próprios fantasmas e, enquanto realiza sua tarefa cotidiana, manipula um cadáver que espera por uma autópsia.

A peça traz temas como a morte e afetos humanos, construídos a partir da exploração do risco físico e nos limites do ator em cena.


Serviço:
EmCena Santa Catarina - Women´s White Shirts
Quinta, 2 de outubro, às 20 horas
Fundação Cultural Blumenau
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada/comerciários)

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Butiquin Wollstein apresenta: (29/09 a 04/10)

Terça - A clássica apresentação do TRIO MAZZAROPP, com Mazzinho, JP, e Caio. (musica instrumental brasileira)
Quarta- Mariana e Daniel fazem deste dia o dia mais portenho do Butiquin. TANGO EM PRETO E BRANCO.
Quinta - Os pioneiros do Jazz tocado no Butiquin. DUDA KASSLER JAZZ QUARTET.
Sexta - A animação e irreverência do som brasileiro tocado por SEU SECO
Sábado - A tranqüilidade animada da MPB que canta MÔNICA

As apresentações tem início as 22:30 hrs.
Todos os dias o preço do couvert é de R$10.

Fonte: Fábio Wollstein e equipe

Da série "Pequeno Álbum"

QUATRO
Viegas Fernandes da Costa
I - CHAPLIN

Quando criança, lembro-me, houve aquele dia de chuva que me concedeu o filme de Chaplin. Na televisão, a magia do vagabundo que adota aquele garoto. Sim, Chaplin é mágico, foi mágico para mim, e que mal há nesta magia? Quero reaprender a chorar. Por favor, quero reaprender a chorar, e me encantar com o vento no rosto e libertar meu peito no sol.


II - REMINISCÊNCIA

Meu avô tirando os dentes postiços e querendo me morder com suas gengivas nuas. Minha avó me obrigando a vestir aquele pulôver verde naquele dia de calor. O calor não estava no dia, mas no carinho da proteção; a nudez não estava nas gengivas, mas na inocência da infância.

III - O VIOLÃO

O violão se sustenta virgem e decorativo na parede nua, estrategicamente enquadrada pela câmera. Pende dos ganchos que o prendem à pedra, a possibilidade abortada do som. Em primeiro plano, a cantora, que fala demais. Por que tanta palavra e um violão mudo?
Não escutei as perguntas da repórter, tampouco as respostas da cantora que desconheço. Toda a minha atenção voltada àquele violão que ainda não nasceu.

IV - MANHÃ DE ELIS

Hoje o dia amanheceu Elis. As águas de março anunciando do verão o ocaso. E da janela em movimento, os pastos, as luzes sonolentas das casas que acordam. Na poltrona, encolho-me para escutar o apelo dos olhos tristes que sorriem em cumprimento ao meu lado. A quem pertencem estes olhos tristes? E a quem pertencem todos estes suspiros que enchem de vapores esta manhã tão úmida? Ah, viver esta vida anônima, acender todas as manhãs a lâmpada da cozinha e preparar o café! Este café que aquece aquela casinha acordada no final daquela rua, que passa tão depressa! Amanhã, talvez, repararei no velhinho que se balança na varanda ao lado, olhando a rua, olhando a mim sem o saber, que também passo, tão veloz quanto um pensamento inútil que ignoramos, e não me perceberá. Não me perceberá o velhinho que madruga para me ver passar, todas as manhãs, da sua cadeira na varanda. Hoje o dia amanheceu Elis, umidamente Elis, constato, mas não me importo. Haverá outros ainda, e mais alguns. Depois... não sei! Apenas entendo que há o café que se prepara nestes lares em que nunca entrei, o beijo frio da despedida ao qual já se acostumara aquele casal que ainda vejo à soleira da porta, este sorriso destes olhos tristes que por hora dormem na poltrona ao meu lado e o velhinho... o velhinho na varanda e sua história de esperar todas as manhãs. Apenas isto, nesta manhã de Elis.

* Viegas Fernandes da Costa é historiador e escritor, autor de Sob a Luz do Farol (2005) e De Espantalhos e Pedras Também se Faz Um Poema (2008). Escreve no blog http://viegasdacosta.blogspot.com . Permitida a reprodução desde que citado o autor e o texto mantido na íntegra.
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ZECA BALEIRO EM BLUMENAU




Na oktober - dia 12 de outubro - 16horas

domingo, 28 de setembro de 2008

Hoje a noite, "Volúpia" na FCB



















Projeto Aldeias Palco Giratório.
Hoje, domingo 28 de setembro.

VOLÚPIA
Cia Carona de Teatro - Blumenau/SC.
20h.
Fundação Cultural de Blumenau.

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00.

Apareça!!!!!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

I CICLO DE DEBATES sobre temas da atualidade.

Dia 30/09/08 – debate BOLÍVIA E SUAS RELAÇÕES COM O BRASIL.
Debatedores: Raimundo Caruso Jorge Gustavo B. de Oliveira.
Mariléia Leal Caruso
Auditório da Biblioteca
Acontecerá, logo após o debate, lançamento do Livro BOLIVIA JAKASKIWA, de Raimundo Caruso e Mariléia Leal Caruso

Dia 16/10/08 – debate SEXUALIDADE, GÊNERO E RELIGIÕES.
Debatedores: Professora Catarina Gewehr (psicologia).
Carlos Alberto da Silva (Comunicação Social)
Marcos Rodrigues da Silva (Ciências da Religião)
Adiléia Aparecida Bernardo (Antroplogia)
Auditório do Bloco T

Dia 30/10/08 – debate GLOBALIZAÇÃO E SEUS EFEITOS LOCAIS.
Debatedores Prof. Jorge Gustavo B. de Oliveira e Prof. Nazareno (Economia).
Auditório do Bloco T.

Sempre das 18:30 horas às 22 horas.
Coletiva "Pretexto"
Site Specific


Está aberta a exposição Pretexto Contemporâneo - Site Specific. Os trabalhos são dos artistas Felipe Lobe, Rosângela Rosa, Daiana Schvartz, Belíria Boni, Alexandre Venera, Maria S. Werling, Lygia Rousseng Neves, Rosina de Franceschi, Marcia Gazaniga, Juliana Teodoro, Denise Patricio, Marlene Huskes, Susana Sedrez e Heraldo Fernandes.


Curadoria: Charles Narloch
Local: Casa SESC
Visitação: 17/09 à 10/10



imagem: Daiana Schvartz

Delones Blues


Sábado dia 27/09 (sábado) , a banda Delones Blues tocará os clássicos do Blues no Butiquin Wollstein, que fica ao lado do Rancho do Pastel no centro de Blumenau (antigo "é o bicho").

O valor do ingresso é R$10,00, somente no local.
Início às 22:00

Raul Misturada - Abertura com Ozuê

Músico, compositor e arranjador pernambucano. Estudou no Conservatório Musical de Jaboatão dos Guararapes (PE). A música de Raul Misturada e orquestra popular tem como proposta unir elementos do folclore aos da música popular e erudita.


Dia 27 de setembro, sábado.
Fundação Cultural de Blumenau
Início: 20h Valor: R$ 5,00

4ª etapa do Sonora Brasil - Madrigal Paideia/PR



Sonora Brasil homenageia Villa-Lobos

O Cinquentenário de morte de Heitor Villa-Lobos faz parte da programação do Projeto Sonora Brasil, criado pelo Sesc Nacional, em parceria com os Departamentos Regionais da entidade, com a proposta de formar ouvintes em música.

O Grupo
O Madrigal Paidéia é um dos grupos selecionados para o Sonora Brasil, com obras para coro "a cappella" de Villa-Lobos. No repertório constam as seguintes obras "a cappella": Bachianas Brasileiras No. 9 (orquestra de vozes), Bendita Sabedoria, Missa S. Sebastião (coro feminino), Duas Danças Ameríndias, Rosa Amarela, Balaio, entre outras.

Serviço:

Sonora Brasil - Madrigal Paidéia apresenta a obra coral de Villa-Lobos
Dia: 29 de setembro - segunda-feira, às 20 h, no Teatro Carlos Gomes
Ingressos: R$10,00(inteira) R$7,00 (Clube do Assinante) R$5,00 (Cartão SESC, meia)
Informações e vendas: no SESC – Rua Dr Amadeu da Luz 165. 47 3322 5261 – Central de Atendimentos

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Ozuê no Zimba

Olá pessoal,
Estão todos convidados para a próxima apresentação do Ozuê, no Zimba. Mais detalhes abaixo:


Ozuê e convidados no Zimba Bar


Formado em 2006, em Blumenau, e na sua segunda formação desde o início de 2008, o grupo Ozuê já se apresentou em projetos como o Circo Acústico e Fitub (Festival Int. de Teatro de Blumenau), além de ter se classificado para festivais como o II Femic, e o Fucca 2008, no qual foi finalista.

O repertório, composto de músicas próprias, tem uma marcante influência dos ritmos brasileiros e latinos, além de inspiração na MPB contemporânea.

Atualmente o grupo é formado por:
Ester Alano "Teka" (vocais, violão, viola, percussão); Ana Russi (violão, cavaquinho, contrabaixo, voz); Clara Mendes (flauta, violão, voz); Alexandro Gonçalves "Leco" (percussão, bateria)


O show no Zimba terá a participação das bandas convidadas Malungo e Gaia. Os ingressos antecipados custam R$ 7,00 e podem ser adquiridos no Praia Kaffee (em frente à FURB), na loja Spirit Walker (rua Curt Hering) ou no Cabanas Surfshop.





Agende-se:
Ozuê e Convidados no Zimba. Sexta, dia 26 de setembro, início às 23 horas.
Local: Zimba Bar (R. Eng. Paul Werner, 301, ao lado da Cremer)
Ingressos: R$ 7,00 (antecipado) ou R$ 10,00 (na hora)

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Entrevista com a Casa de Orates


O SESC-SC, através do Festival Palco Giratório/Aldeia SESC, traz para Blumenau diversos espetáculos teatrais na próxima semana. As montagens passam também por outras cidades do estado (Chapecó, Itajaí, Tubarão, Joinville, Lages e Jaraguá do Sul), e a programação é sempre complementada com atrações locais.

Muito mais do que disseminar a diversidade estética da produção cênica nacional, o Festival Palco Giratório busca, por meio das chamadas “aldeias”, criar territórios de efervescência e intercâmbio de conteúdo entre artistas locais e visitantes, estimulando, por sua vez, a formação de público e a produção local não só de teatro e dança mas também nas demais linguagens artísticas.

Casa de Orates

Integrando a programação do Aldeia SESC em Blumenau, a Trupe Sonora Casa de Orates apresenta o espetáculo “Sonhos”, no dia 23/09 (terça-feira), às 20hs, na Fundação Cultural de Blumenau.

A trupe define sua música como “antroponírica” - misturando música, teatro e cinema, a Casa de Orates pretende levar o espectador a um plano quimérico, onde os sonhos individuais tornam-se ao mesmo tempo coletivos a partir de signos propostos no espetáculo.

Pra falar um pouco mais sobre a banda e sobre a apresentação de terça-feira em Blumenau, eu conversei com a Casa de Orates por e-mail.


Primeiro queria que vocês me contassem um pouco sobre o início da banda e sobre a formação, se sempre foi a mesma que a atual, inclusive quanto à instrumentação.

Casa: A banda iniciou em 2002, com outro nome. Em 2003 passou a se chamar Casa de Orates e em 2007, com toda a mudança e com a utilização de elementos cênicos no trabalho, se concretizou como “Trupe Sonora Casa de Orates”.

Já passaram vários integrantes. O último a entrar foi o vocalista e violonista Márcio de Novais, no lugar de José Carlos B., grande amigo, e Jonatan Gonçalves, ator. Hoje os internos/ instrumentistas/ personagens são:

Darlan Martins H. Junior - Baixista / colecionador de lembranças
Euclydes da Cunha Neto - violão e guitarra / louco
Julio César Mendonça - bateria / filósofo
Marcelo Azeredo - flauta, percussão, sax e voz / bruxo
Marcio de Novaes - violão e voz / viajante
Siara Bonatti - Voz / menina onírica
Jonatan Gonçalves - Clown / Colecionador de Coringas

Quem faz os arranjos?

Os arranjos são feitos em grupo. Todos da banda participam ativamente para a criação deles, assim como as composições. Tentamos sempre propiciar nas músicas o máximo de inovação possível ao nosso conhecimento e intuição musical.


Eu sei que essa pergunta é horrível, mas vamos lá: Como vocês definem a música da Casa de Orates?

Bom, sempre perguntam isso para nós, por este motivo paramos um tempo para pensar... Na verdade criamos uma definição: chamamos de música/arte “antroponírica” (o homem que sonha). Chamamos assim pois todas as nossas composições são ligadas de alguma foram ao ser (enquanto a existência) e ao sonhos (enquanto a vontade de criar sem barreiras). Porém, quando queremos simplificar e não entrar tanto em detalhes filosóficos, chamamos também de “música progressiva brasileira”.

Vocês buscam inspiração em obras literárias pra escrever as letras?

Bom, cada integrante tem suas preferências, e é isso que faz a Casa de Orates. O próprio nome foi sugerido pelo ex-integrante Daniel Furtado, tirado de um conto de Machado de Assis, "O Alienista". Mas estão entre algumas preferências ligadas à banda, Nietzsche, Jostein Gaarder, Foucault, Fernando Pessoa, enfim, nesta linha... Claro que todos gostam de coisas diferentes.

E sobre as referências musicais... tem um pouco da psicodelia sessentista, um pouco de MPB...

Bom, aí vai mais longe ainda, não tem nem como falar. São imensas as influências. Cada um traz uma vivência diferente do outro na sua raiz, mas, em breves palavras, podemos dizer que a banda surgiu com enorme influência do psicodélico e progressivo setentista e hoje está muito ligada à música popular mundial e em grande parte brasileira, talvez por todos estarem estudando num conservatório de música popular. (Conservatório de Música Popular de Itajaí)

Eu me lembro do show do vocês no Psicodália, que teve bastante impacto visual, por misturar elementos cênicos, circenses, as máscaras de comedia dell´arte... Como é que surgiu esse interesse de incorporar outras linguagens ao espetáculo?

Esta proposta surgiu em 2005, quanto tivemos os primeiros rascunhos do nosso atual show temático "Sonhos - uma viagem ao onírico”. Queríamos incorporar uma linguagem cênica e cinematográfica ao som, inicialmente para ilustrar as músicas que eram forradas de metáforas. Hoje temos um diretor cênico (Cidval Batista Jr.) e estas linguagens estão cada vez mais fortes, mesmo quando apresentamos o show "O artesão dos sonhos" que é preparado para bares e lugares que não são ambiente de teatro.


Perguntinha infame: é mais fácil tocar de máscara?
Tocar já não é fácil, os músicos sabem disso... de máscara, pensando num personagem que não é você, fazendo movimentos pré-definidos anteriormente e ensaiados, com certeza é bem mais difícil. Aos poucos estamos nos acostumando... Hoje em dia já é mais fácil, mas tudo pela proposta.

É bom trabalhar com música autoral em Itajaí? Como é que anda o cenário musical por aí?

É sempre difícil trabalhar com uma nova proposta. As pessoas estão acostumadas com o que já existe, isso é natural, mas é bem difícil entrar no mercado, principalmente pelas pessoas que detêm o poder de te dizer sim ou não. Já demos muito murro em ponta de faca. Nossa saída para sermos aceitos foi promover nossos próprios eventos. Hoje em dia já temos bem mais respeito do que há um tempo atrás, e existe um público que sempre está nos nosso shows, mas mesmo assim ainda temos problemas de desrespeito em vários aspectos. Este ano lotamos os 505 lugares do Teatro Municipal (de Itajaí) duas vezes com o espetáculo "Sonhos" - uma viagem ao onírico”. Mesmo com músicas estranhas, pessoas que não são artistas consagrados, com uma produção artesanal, o público estava lá. Assim, mesmo quem desdenha de nosso trabalho é obrigado a nos aceitar como artistas de qualidade.

Estão curiosos pra tocar em Blumenau?

Com certeza. Será a primeira vez que aparecemos por aí, mesmo sendo tão perto. Temos um pequeno público de Blumenau que já conhece nosso trabalho e pede para aparecermos. Estamos ansiosos e trabalhando bastante.

* Falando em Blumenau, se agende para a apresentação das bandas Pochyua e Cambaçu e Casa de Orates, que tocarão juntos na Fundação Cultural em novembro.
** Créditos das imagens: Samara Zukonski.

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Festival Palco Giratório/Projeto Aldeias - SESC Blumenau
Trupe Sonora Casa de Orates
Show Temático "Sonhos - uma viagem ao onírico”
Dia 23/09, às 20hs, na Fundação Cultural de Blumenau.
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) / R$ 7,00 (Clube do Assinante A Notícia) / R$ 5,00 (meia)
http://www.casadeorates.com.br/

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Arquivo Histórico realiza evento e lança Portal na internet


Na próxima terça-feira, o Arquivo Histórico de Blumenau realizará um evento bem bacana. Na programação, estão a palestra "Arquivos em Santa Catarina: entre memória, história e cidadania", com a Prof.Dra. Janice Gonçalves (UDESC); a sessão de autógrafos do nosso amigo, o historiador Ricardo Machado, autor de "Entre o público e o Privado: Gestão do Espaço e dos Indivíduos em Blumenau" e lançamento do Portal do Patrimônio Histórico e Museológico de Blumenau, desenvolvido pela Liquidificador.
O Portal na internet da Diretoria de Patrimônio Histórico e Museológico de Blumenau disponibilizará uma série de informações sobre o Patrimônio da cidade, além de acesso e consulta ao acervo do Arquivo Histórico e de outras unidades, como o mausoléu Dr.Blumenau, Museu da Família Colonial, Centro Cultural Vila Itoupava, Escola Nº 1.

22 de setembro - Dia sem Carro

Dia 22 de setembro é o dia de combater a poluição do ar e a emissão excessiva de gases de efeito estufa. A data visa a conscientização das pessoas sobre como é importante transitar menos de carro, optando por andar de ônibus, metrô, trem, a pé ou de bicicleta. Em Blumenau, durante todo o dia, acontecerão uma série de atividades na Rua XV de Novembro.

Zás Color, ABCiclovias e Liquidificador no Dia sem Carro

Neste dia, a Zás Color, a ABCiclovias e a Liquidificador lançam um projeto exclusivo de estacionamento de bicicletas para clientes da loja Zás Color.
Sobre o Dia Sem Carro
O primeiro Dia sem Carro foi realizado na França em 1998. Desde então, a mobilização se estendeu a vários países, chegando ao Brasil em 2001. Em 2005, cerca de 43 municípios participaram, como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Salvador, entre outros. Aqui, o setor de transporte é responsável por quase a metade do consumo de petróleo no país, na forma de diesel e de gasolina. É também a principal fonte de gás carbônico nas maiores cidades brasileiras.Além disso, a combustão de derivados de petróleo provoca sérios danos à saúde, e é a maior responsável pelas emissões de gases de efeito estufa no mundo, contribuindo para o aquecimento global. Cidades modificadas para comportar mais e mais carros e menor convivência entre as pessoas também são resultados dessa "cultura do carro".Se você tem um carro, também pode contribuir para minimizar a poluição do ar e as mudanças climáticas levando seu veículo regularmente para a revisão e mantendo-o sempre em ordem. Na hora de abastecer, priorize o álcool e o biodiesel, quando viável. Esses combustíveis emitem menos gases poluentes na atmosfera.
Mas no dia 22 de setembro, e sempre que possível, deixe seu carro na garagem. Vá de ônibus, a pé ou de bicicleta, ou incentive a carona solidária.

Informativo Ministério da Cultura

Aí vai a edição de hoje do Informativo Ministério da Cultura:
  • Seminário do Plano Nacional de Cultura - Santa Catarina.
  • Resultado do Salão Vitor Meireles
  • Editais, Prêmios e Concursos com inscrições abertas

Café Concerto


A História das Coisas

A História das Coisas é um documentário de 20 minutos que mostra passo a passo a cadeia de eventos que vai da exploração dos recursos naturais, passando pelo produto manufaturado, a compra e o descarte, até chegar ao lixão. É explicado com desenhos (toscamente) animados, e numa linguagem simples (sem ser simplista) que se torna interessante e compreensível até para crianças pequenas.

(sugestão do Acid, do Saindo da Matrix)

terça-feira, 16 de setembro de 2008

É hoje!



















Apareça!



O grupo cubano Teatro del Caballero apresenta hoje a noite, terça-feira, 19h30, o espetáculo "DE Paris, un Caballero", uma sensível e divertida história sobre a felicidade. A produção é de Márcio J. Cubiak com o apoio da Cia Carona de Teatro. Maiores informações: 8424 9075.


16 de Setembro, 19h30 –
"DE PARÍS, UM CABALLERO".
Pequeno Auditório do Teatro Carlos Gomes

"El Caballero de Paris", um imigrante sem-teto espanhol que vivia a contar histórias principescas pelas ruas de Havana e presenteava as mulheres com flores, canetas e cartões confeccionados por ele próprio. Nunca foi grosseiro ou violento, ao contrário, era gentil e bondoso. A peça faz uma releitura da história de um personagem singular que mistura a figura do mendigo e do fidalgo na mesma pessoa. No palco, José Antonio Alonso, um dos fundadores do Teatro Buendia, o mais importante de Cuba revela uma intensa geografia da dor, da fome, dos delírios e visões de uma cidade que mudava vertiginosamente, enquanto o personagem sozinho envelhecia secretamente, mantendo uma do gesto, da imagem, que sempre nos assombra. O ator mostra a história do personagem, sua condição de imigrante, sua juventude, as perdas familiares e outros fatos que podem ter originado seus transtornos mentais.

INGRESSOS:

inteira - R$ 20,00
sócios do teatro ou clube do assinante - R$ 15,00
estudantes, idosos - R$ 10,00

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

eleições doismileoito




Exposição BLUAP











O quê: Exposição “Metáfora”
Quem: BLUAP – Associação Blumenauense de Artistas Plásticos
Quando: Abertura dia 09/09 (terça) às 20h
Onde: Saguão do Bloco A
Quanto: NADA (entrada franca)

Decrescimento sustentável


Crescer é mesmo necessário?

O DECRESCIMENTO SUSTENTÁVEL É A OUSADA TESE DO FRANCÊS SERGE LATOUCHE PARA DIMINUIRMOS A DEVASTAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS DO PLANETA

Leia Mais...

domingo, 7 de setembro de 2008

OFICINAS DE DESENHO COM NOVAS DATAS

Oficina de desenho e pintura sobre papel
Período: 09 e 10/09 Horário: 14h - 18h
*direcionada para o público adolescente
Oficina de Desenho/Stencil
Período: 11 e 12/09 Horário: 19h – 22h
*direcionada para o público adulto
Todas as oficinas são gratuitas, mas com vagas limitadas 10(dez) para o público adolescente e 20(vinte) para o público adulto.
Ministrante: Daiana Schvartz
Informações: Jamil Antonio DiasCultura - SESC47 3322 5261 jamildias@sesc-sc.com.br

sábado, 6 de setembro de 2008

É HOJE!

JANTAR VEGETARIANO
com exibição do documetário Earthlings e debate sobre vegetarianismo

LOCAL: Associação de Portadores de LER
Rua Dr. Luis de Freitas Melro, 193
(transversal da Alameda, atrás do ginásio da Escola Barão do Rio Branco)

HORÁRIO: 19h

INVESTIMENTO: R$ 3

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Pedagogia do Teatro: Espaço da Cena e da Reflexão

Olá pessoal,

Estou repassando um convite do Departamento de Artes. Quem puder e quiser, apareça.

Na próxima quarta-feira, dia 10 de setembro, acontecerá a palestra Pedagogia do Teatro: Espaço da Cena e da Reflexão, atividade realizada numa parceria entre o Departamento de Artes da FURB e a Fundação Cultural de Blumenau, como parte da programação do Festival Nacional de Teatro Infantil. Assim como no ano passado, contamos com a presença de todos os professores e alunos, em especial do Curso de Bacharelado em Teatro, pois a atividade é especialmente dirigida à área.

Palestrante Profº Vicente Concilio:

Vicente Concilio é ator e professor da área de Teatro-Educação do Centro de Artes da Udesc, em Florianópolis. É mestre em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da USP, desenvolvendo pesquisa sobre processos teatrais em instituições prisionais. Atuou como professor de teatro nos diversos níveis da educação básica e em formação de professores e foi artista-orientador do Projeto Teatro Vocacional, da Secretaria Municipal da Cultura de São Paulo.


Palestra Pedagogia do Teatro: Espaço da Cena e da Reflexão
Dia 10 de setembro às 19h na Furb, sala S 113 - Campus I da FURB

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

11º Festival de Música de Itajaí


No ano em que se comemora o cinqüentenário da Bossa Nova, o Festival de Música de Itajaí chega a sua 11ª edição.

Com uma seleção de shows nacionais que mostra a diversidade cultural brasileira, a começar pelo “Pré Pós Tudo Bossa Band” de Zélia Duncan. Cláudio Dauelsberg “PianOrquestra” faz do piano tocado a dez mãos uma orquestra de um único instrumento. O Rabo de Lagartixa inova o choro ao inserir o sax soprano e o contrabaixo acústico na formação do grupo e transitar por vários ritmos. As possibilidades de sons produzidos pelo corpo humano são exploradas pelos integrantes do Barbatuques. A inquietude e vozeirão inconfundíveis de Jair Rodrigues proporcionarão ao público um passeio pelo universo do samba e suas vertentes. A fusão do popular e do erudito é apresentada pelo compositor, cantor, pianista, arranjador e maestro Francis Hime. O lirismo da Música Popular Brasileira vem representado pela interpretação marcante de Fátima Guedes. A música popular do Roupa Nova com arranjos vocais e instrumentais sofisticados completa este caldeirão musical da mostra nacional.


As oficinas, ministradas por músicos de excelência em suas áreas, são o coração deste grande corpo que se tornou o Festival de Música de Itajaí. Nelas professores e alunos dos vários cantos do Brasil trocam experiências, dão um novo rumo a suas carreiras artísticas, gestam novos projetos.


Em 2008 ampliamos os espaços musicais do Festival que além das já consagradas Jam Session e Hora da Sineta, e da iniciante Roda de Choro e Samba, contará também com a MPB no Teatro, contemplando assim mais gêneros musicais. A história do Festival de Música de Itajaí será marcada pela Exposição Retrospectiva e pelo Documentário do Festival.

(texto retirado do site oficial do evento)

quarta-feira, 3 de setembro de 2008


A literatura sobrevive e, às vezes, protagoniza.

Santa Catarina, eu repito, não é um estado de espírito. Preciso provar, para além desse espaço aqui, o Escambau? Pois bem, então o faço através deste relato a respeito do I Encontro de Literatura e Artes e do III Fórum Brasileiro de Literatura de Blumenau, acontecido no passado mês de agosto.

Idealizado pelas professoras Tuca Ribeiro e Marilene Schramm, o evento foi acolhido pela FURB – Universidade Regional de Blumenau, pela Fundação Fritz Müller e pela Fundação Cultural de Blumenau, com o apoio da SEB – Sociedade Escritores de Blumenau.

FICÇÃO, LEITURA E IDENTIDADE

Foi com este tema que o escritor Godofredo de Oliveira Neto, blumenauense radicado no Rio de Janeiro, começou o evento. Godofredo, um dos maiores autores paridos por este estado e, atualmente, um dos maiores nomes da literatura brasileira, teve uma fala rica em reflexões a respeito da identidade do escritor e do leitor.

Autor de romances importantes na bibliografia nacional, como Pedaço de Santo e O Menino Oculto, Godofredo saiu aos 17 anos de Blumenau. Foi para a França, voltou, e já vive há bastante tempo no Rio. Mas o que isso teria a ver, afinal, com a sua escrita e a relação desta com o solo blumenauense? Talvez sejam necessárias raízes para se escrever e talvez essas raízes tenham importância desigual na composição literária.

Nada melhor para provar que, de fato, a relação do escritor com suas origens influenciam o seu texto. Para quem já o leu, é clara o contato que Godofredo mantém com terras catarinenses. E imagino que O Bruxo do Contestado, o primeiro romance famoso do autor, exemplifique o que tento dizer.

E O DIABO?

Boa pergunta. Muito boa mesmo! Pois que ele, o Diabo, talvez nunca tenha sido tão estudado e respeitado antes. É que a Profa. Dra. Salma Ferraz, da UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina, grande estudiosa literária influenciada e protagonista em terras brasileiras da Teopoética (estudos comparados de literatura e teologia) veio nos falar sobre As Malasartes do Diabo na Literatura Ocidental.

Salma fez um panorama, portanto, comparando os estudos literários que remetem ao Santíssimo (falo de Deus), mas que dificilmente remetem ao tinhoso. Explanando, portanto, a Bíblia, a Torá e o Corão, partindo daí para análises de teólogos a respeito da figura do Diabo, utilizando-se também de algumas súmulas católicas e finalmente retomando análises literárias, Salma nos mostra que o Diabo, afinal, não somente é parte importante e necessária da fé ocidental, como uma grande figura merecedora de análise.

Ao final de sua fala (uma hora e meia sem respirar — fala substancial, sem dúvida — Salma lançou seu novo livro de ficção. Depois de O Ateu Ambulante, livro recheado de contos premiados e, por assim dizer, questionadores, Salma lança um livro mórbido. A Ceia dos Mortos não poderia falar sobre outra coisa se não sobre morte. O que se lê, adianto, são variações sobre o mesmo inevitável tema. E variações variadas, contundentes, merecedoras de leitura.

TEM LUGAR PRA POESIA?

Tem sim, leitor. Na terceira noite do evento, aconteceu a mesa-redonda Poesia Blumenauense: De Onde Viemos, Para Onde Vamos, onde tive o prazer de compartilhar a fala com grandes autores, merecedores de leitura e atenção. Ali estavam, portanto, o Prof. Dr. José Endoença Martins, o Ms. Marcelo Steil, o poeta Mauro Galvão e este que vos escreve, Marcelo Labes.

Falando sobre a poesia produzida em Blumenau desde o século XIX, quando ainda era escrita em língua alemã, Marcelo Steil construiu sua fala sobre as noções marxistas de ideologia os respectivos reflexos desta na criação literária. Em seguida, rompendo estruturas, o professor José Endoença Martins referiu-se não somente à teoria de sua autoria sobre a poesia blumenauense, como foi além, reconstruindo sua carreira poética e acadêmica, chegando à pós-modernidade e explicando, por exemplo, estudos seus sobre negrice, negritude e negritice.

Em seguida, Mauro Galvão contemplou a pós-modernidade presente em seu texto, mas principalmente refletiu a necessidade de se ler, seja lá o que for, incluindo aí a quebra de limites imposta pela internet e seus possíveis reflexos na leitura do objeto-livro e nos hábitos de leitura e escrita da contemporaneidade.

Finalizando, foi a minha vez de falar e não podia perder a oportunidade de explicar às pessoas que nos ouviam que, baseado no que tinha ouvido nos dois dias anteriores, a leitura dos poetas que me acompanhavam na mesa-redonda não era somente necessária, mas obrigatória. Não porque eles precisem vender livros, mas porque precisamos de leitores críticos. Dessa forma, uma vez que tratamos de literatura blumenauense, imagino que seja um caminho interessante iniciar a crítica a partir de nossa realidade.

UM EVENTO QUE AINDA PROMETE

A professora Tuca Ribeiro não escondeu suas intenções. “Queremos iniciar aqui uma nova Jornada Literária, uma nova FLIP”. De fato, o primeiro passo foi bem dado. Discutindo leitura, identidade, ficção, o diabo na literatura ou os caminhos da poesia escrita em Blumenau, imagino que possamos ter participado de algo maior.

A partir do momento em que o pontapé inicial foi dado, resta-nos esperar pelo ano que vem para sabermos o que de fato acontecerá. De qualquer forma, o que ficou claro durante este evento é que não há somente pessoas interessadas em discutir literatura, conforme as pessoas presentes que falaram a respeito de seus e outros textos. Sobretudo, e digo isso baseado nos presentes, há pessoas interessadas em ouvir o que se tem a dizer a respeito do texto literário. Dessa forma, o que se pode esperar é que a semente germine. Germine e dê frutos e se torne uma grande árvore. Árvore de textos ou qualquer coisa assim.

Publicado originalmente no Falações.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Butiquin Wollstein apresenta:

01/09. Segunda - Sofia Batuta - Musica Brasileira

01/09. Terça - Trio Mazzaropp - Música Instrumental Brasileira.

Couvert: R$ 10

Semana da Comunicação aborda as novas mídias


Texto retirado do site da FURB:

Acontece de 22 a 26 de Setembro, no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau, a 14ª Semana da Comunicação, uma realização do Centro Acadêmico Livre de Comunicação Social, Calcomunic. Considerado o maior evento acadêmico de comunicação do Sul do Brasil, a edição deste ano apresenta como tema ‘Mídias. A revolução começou!’ A era virtual, o mobile marketing e o constante aparecimento de novas mídias são algumas das palestras programadas, além de workshops diários e uma mesa redonda com profissionais.

“Diariamente somos surpreendidos com a criação de novas mídias, e o profissional da propaganda, mais do que ninguém, precisa estar atento a isso. Inserir o acadêmico dentro deste ambiente é a proposta-chave da organização, tanto que a criação de um blog [ http://www.revolucao08.com/ ] tem promovido a interação do público com o tema, além de fortalecer ainda mais a divulgação do evento”, dizem os organizadores do evento.

As inscrições acontecem de 1º a 19 de setembro, e podem ser feitas através do blog ou diretamente na sede do Calcomunic (campus 1 da FURB - Bloco T).