
Trabalho de intervenções de uma dupla de artistas de Belo Horizonte chamada Poro

27º Salão Internacional de Humor do Piauí:
“Trânsito e Sociedade: Os desafios do século XXI”
O Salão Internacional de Humor do Piauí chega à 27ª edição com o título de maior em participação popular no mundo. Democrático, o Salão do Piauí é o mais amplo evento a céu aberto dessa natureza e conta com mais de 200 mil visitações por evento.
“Trânsito e Sociedade: Os desafios do século XXI” é o tema do Salão de Humor do Piauí no ano de 2010. Questão importante em toda grande cidade da atualidade, o trânsito e as ações da sociedade perante essa matéria tem consequências importantes na vida de todo o planeta. E mais, é importante e recorrente mote para a criatividade dos cartunistas mundo afora.
Com mostra competitiva e temática a cada evento, o Salão Internacional de Humor do Piauí abre inscrições para cartunistas do mundo inteiro. Faça sua inscrição preenchendo o formulário e enviando até três trabalhos por autor.
Peça a ficha de inscrição e regulamento no e-mail: fundacaodohumor@hotmail.com
Inscrições até 31 de Maio - Premiação em R$ 10 mil





Estão abertas as inscrições para a terceira (última desta etapa) caminhada do projeto “Patrimônio em Movimento: história, memória e cidade”. Ela acontecerá neste próximo sábado, dia 22/05 com um roteiro proposto pela região Central de Blumenau, tendo início às 15hs na Praça Marechal Mascarenhas de Morais (conhecida como Praça da Fonte Luminosa, próximo ao Terminal Urbano da Fonte). O objetivo é percorrer todo trajeto selecionado, fazendo registros fotográficos, reflexões históricas e interações com o ambiente.
Para se inscrever envie e-mail para patrimonioemmovimento@gmail.
Terceira Caminhada “Patrimônio em Movimento: história, memória e cidade”
Início: 15hs
Término: 18hs
Ponto de Partida: Praça Marechal Mascarenhas de Morais (conhecida como Praça da Fonte Luminosa, próximo ao Terminal Urbano da Fonte)

O 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais mostra que, em 2009, 79% dos municípios brasileiros possuíam ao menos uma biblioteca aberta, o que corresponde a 4.763 bibliotecas em 4.413 municípios. Em 13% dos casos, as BPMs ainda estão em fase de implantação ou reabertura e em 8% estão fechadas, extintas ou nunca existiram. Considerando aquelas que estão em funcionamento, são 2,67 bibliotecas por 100 mil habitantes no país.
Os dados do censo por município, num total de 263, revelam que apenas 12 municípios catarinenses aparecem e a fotografia não ficou tão bonita assim. Vejamos.
O município brasileiro melhor avaliado foi Barueri, no estado de São Paulo, com um total de 4,0714 Bibliotecas Públicas Municipais por 100 mil habitantes (BPM/100 mil). O pior foi Fortaleza, capital do Ceará com um total de 0,0399 BPM/100 mil.
O melhor índice catarinense ficou com ( 42a no ranking geral) Balneário Camboriu, com 0,9796 / BPM/100 mil, bem distante da paulista primeiríssima.
Nossa loira Blumenau, sempre orgulhosa para ver seus problemas e fazer auto-crítica sobre sua dinâmica histórica, cultural, social, econômica e ambiental, só está melhor do que 36 municípios, estando na 207a posição. Ela, essa moça de olhos azuis que sempre foi orgulhosa em mostrar tabelas e rankings passa a colher os frutos das péssimas administrações e seu mau desenvolvimento.
Depois de Balneário Camboriu, aparecem:
| Colocação no Ranking (* total de 243 municipíos) | Município | Bibliotecas Públicas Municipais por 100 mil habitantes |
| 43* | Brusque | 0,9777 |
| 103* | Palhoça | 0,7671 |
| 109* | Jaraguá do Sul | 0,7193 |
| 138* | Lages | 0,5959 |
| 140* | Itajaí | 0,5859 |
| 142* | Chapecó | 0,5740 |
| 153* | Criciúma | 0,5303 |
| 160* | São José | 0,4956 |
| 161* | Florianópolis | 0,3339 |
| 207* | Blumenau | 0,3339 |
| 240* | Joinville | 0,2005 |
É por isso que índices são importantes na construção das políticas públicas de cultura. Sabemos que a política local de incentivo a leitura resiste graças ao esforço de poucos técnicos da Biblioteca e professores (poucos autores se lançam em empreitadas de incentivo a leitura, ainda), mas não são consideradas pelas elites políticas dirigentes.
Alguém sabe quais são as diretrizes municipais de fomento a leitura, em Blumenau, organizadas pela Fundação Cultural de Blumenau e Secretaria de Educação. E o que tem feito a Gerência Regional de Ensino? Ãh?
E é, também, mais um “pau na cara” da Marlene Schlindwein, presidente da Fundação Cultural pela inércia e incompetência e pelo Prefeito, Kleinubring, pela omissão.
A pior colocação ficou com Joinville.
Saiba mais sobre o Censo: AQUI
Ranking dos Municípios – AQUI





Estão abertas as inscrições para a segunda caminhada do projeto “Patrimônio em Movimento: história, memória e cidade”. Ela acontecerá neste próximo sábado, dia 08/05 com um roteiro proposto pela região da Rua 07 de Setembro, Rua São José e Rua João Pessoa, tendo início às 09hs na Entrada do Shopping Neumarkt (na Rua 07 de Setembro). O objetivo é percorrer todo trajeto selecionado, fazendo registros fotográficos, reflexões históricas e interações com o ambiente.
Para se inscrever envie e-mail para patrimonioemmovimento@gmail.
Segunda Caminhada “Patrimônio em Movimento: história, memória e cidade”
Início: 9hs
Término: 12hs
Ponto de Partida: Entrada do Shopping Neumarkt (na Rua 07 de Setembro)
A próxima caminhada terá com roteiro a região central da cidade (Rua XV de Novembro) no dia 15/05.
Maiores informações acesse o blog: http://patrimonioemmovimento.
Douglas Maurício Zunino nasceu no município portuário de Itajaí, porém migrou para Blumenau aos cinco meses de idade, nos braços de uma senhora de 54 anos que viria a ser sua mãe adotiva. Filho de pais desconhecidos, Zunino só tomou consciência do fato quando foi matriculado na escola, momento em que se fez necessário seu registro civil. Assim, considera-se blumenauense, e ainda que Itajaí se anuncie em alguns dos seus poemas, como quando o poeta diz “Minha velha Itajaí / Quanto tempo custou a / reencontrar-te! / Mais de 30 anos! / Como andei órfão de ti!” (“Ode a Itajaí e ao mundo”, In. “Reversos inversus”, 1993), são as ruas e os morros de Blumenau o cenário do homem que começa a se construir poeta depois de ler Maiakovski (1893-1930) e escrever, em 1982, a “Confissão de um poeta marginal” (publicado no livro “Tatuagens”, de 2004). Em “Peregrino do mesmo lugar” o poeta indaga, “O que seria de mim / sem essas montanhas? / Esse eterno subir / e descer? / Essas curvas?” (“Na curva do rio”, 2002), numa clara alusão à geografia da cidade em que compôs sua biografia e a qual dedicou os versos “Minha cidadela / Minha utopia / Tuas ruas / estão em minhas veias” (“Cidadela”, 2006). E é justamente o ponto nevrálgico da malha urbana blumenauense, a Rua XV de Novembro, que o poeta reconhece como sendo seu abrigo e sobre a qual escreve: “Sinto a alma / dos teus nervos / Infinito repartido / Por isso, / me tens / em ti / Só pelo prazer / de te ver / Só pelo prazer / de ser / Teu” (“Rua XV”, In. “A motocicleta azul”, 2009). Trabalho de intervenções de uma dupla de artistas de Belo Horizonte chamada Poro

O Sinsepes, o Sindicato dos Bancários de Blumenau e o Fórum dos Trabalhadores de Blumenau promovem neste Dia Primeiro de Maio, Dia do Trabalhador, uma série de atividades para refletir sobre o mundo do trabalho e a organização dos trabalhadores. Participe!
Confira a programação!
DIA 30 DE ABRIL - AUDITÓRIO DO BLOCO T DA FURB
10h: Filme “Pão e Rosas”, de Ken Louch (2000, 110min)
A história de mulheres mexicanas que trabalham ilegalmente como faxineiras em um prédio comercial nos EUA. Superexploradas, elas se organizam através da organização sindical para conquistar melhores condições de trabalho.
16h30: Filme “História das Coisas”, de Annie Leonard (2007, 21min)
Documentário que revela os subterrâneos de nossos padrões de consumo e suas conexões com diversos problemas ambientais e sociais. A obra é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável.
17h: Apresentação Teatral do Grupo Phoenix
DIA 1º DE MAIO - CLUBE GUARANI, ITOUPAVA NORTE
9h: Atividade de formação com Gilmar Mauro, dirigente do MST
Uma conversa sobre o sistema financeiro mundial e seus desdobramentos na realidade dos trabalhadores brasileiros, bem como os desafios da classe trabalhadora por um país mais justo.
20h30: Show com Dante Ramon Ledesma (Ingressos a R$ 5)
Músico e sociólogo, o argentino Dante Ramon Ledesma canta, em canções como “A Vitória do Trigo”, “América Latina” e “Memória del Che”, a vida do trabalhador, do agricultor, dos excluídos e revolucionários latino-americanos.
MAIS INFORMAÇÕES: Sinsepes - 3321-0400 ou Sindicato dos Bancários de Blumenau 3326-3116

CENÁRIO EM TRANSIÇÃO
Exponho minhas perspectiva sobre o que vem a ser a figura do produtor cultural, especialmente diante da história e do século XXI.
Apresento algumas transformações sentidas no Brasil, nos últimos 05 anos. É preciso entender que estamos presenciando um momento de transição entre a maneira de financiamento cultural, especialmente na esfera federal, mas que já é um fenômeno presente em todas as demais esferas governamentais e não-governamentais. A dependência dos micro, pequenos e médios projetos culturais em relação a Lei Rouanet vem diminuindo.
A participação destas sempre foi pequeno no quadro geral de captação. No entanto, ela era basicamente a única forma de financiamento cultural por quase 20 anos, formando uma geração inteira de pessoas que canalizaram energias para a elaboração de projetos que jamais seriam captados. Minha hipótese é que a energia está liberada, finalmente, para o mais amplo campo de produção cultural: os pontos de cultura mostram claramente isso. Energias criativas liberadas para fazer o que devem fazer!
É a vitória da articulação entre arte, cultura, ética, participação, economia solidária e ambiente natural. Se todos trabalhamos assim? Não, é o desafio preparar-se coletivamente para isso – produtores e ativistas mutuamente se formando. É o indício que o primado da Economia e dos Departamentos de Marketing têm dias contados. É o momento em que o projeto cultural pode assumir-se como processo complexo, buscando a complementaridade de financiamento em diferentes escalas, com distintos atores.
Os mecanismos de redistribuição – através de editais, fundos e prêmios permitem a manifestação de expressões culturais das mais variadas, tornando suas ações sustentáveis. diante disso, há a necessidade de articular conhecimento, ciência, desenvolvimento sustentável na elaboração do projeto/programa cultural, rompendo com certos dogmas economicistas e utilitaristas da cultura.
NOVO PERFIL DO PRODUTOR CULTURAL – PRODUTOR BIOCULTURAL. OS PEQUENOS É MÉDIOS EMPREENDIMENTOS CULTURAIS
Mesmo que um considerável número de autores defendam os princípios de gerenciamento administrativo dos pequenos e médios empreendimentos de produção cultural, a maioria deles tem levado a um caminho utilitarista e unidimensional da cultura, ora exagerando nos cuidados econômicos, ora nos administrativos.
O pequeno e médio empreendedor que quiser ter sustentabilidade, precisa incorporar, além das dimensões est(éticas): problemas socioambientais contemporâneos; diversidade, espaço público e participação; capacidade de comunicação; educação para a ciência e a tecnologia; teorias do desenvolvimento; economia solidária. O perfil do empreendedor cultural de pequeno e médio porte do século XXI apresenta-se como agente político por excelência.
O mercado, economia, administração e direito são secundários, integrado a totalidade que é o ativismo cultural. O novo perfil parte doentendimento e apreensão do contexto regional que, por sua vez, está inserido num processo histórico global. Parte da dialética entre o produzido/desejado pelo local e a inovação produzida/desejada pela diversidade global.
Assim, a produção cultural de pequeno e médio porte torna-se agente social importante para as estratégias de ecodesenvolvimento, um perfil articulador das dimensões científicas e simbólicas do mundo. Nesse sentido, o produtor cultural deve ser curioso e investigador participativo da diversidade cultural e ambiental. Sua criatividade é integrada a uma utopia por novas organizações sociais.
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