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terça-feira, 5 de abril de 2011

batendo cartão...

Quem gosta de literatura tem passar pelo menos uma vez por semana no blog do Viegas Fernandes da Costa.

Para quem ainda não conhece, só para dar um gostinho, aí vai o post mais recente:

Entrevista com Rodrigo Oliveira

Em outubro de 2010 entrevistamos para o programa Expressão (quadro Dica de Literatura), da Furb TV, o escritor Rodrigo Oliveira. Nesta entrevista Rodrigo fala de see livro de estreia, o volume de contos "Selenita". Para assistir ao programa, clique no link abaixo.


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Vá lá: 


 

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Sarau Eletrônico publica entrevista com o escritor Adolfo Boos Jr.

O escritor Adolfo Boos Júnior, apesar de não ter sido um dos fundadores do Círculo de Arte Moderna de Santa Catarina, o Grupo Sul (participou dele quando este já estava quase encerrando suas atividades, na década de 1950), carrega na sua obra o espírito daquele movimento, seja por seu caráter de experimentação, seja na radicalidade da sua proposta artística. Para Boos, em entrevista concedida ao Jornal Rascunho, “o escritor não tem que descer ao patamar do leitor, ele tem que trazer o leitor mais para perto da sua linguagem”. Ou seja, da mesma forma como os modernistas do Grupo Sul, na literatura de Boos o que importa é o uso que se faz da linguagem associado àquilo que se tem a dizer, o rigor estético e social do texto, sem concessões aos leitores e ao mercado editorial.
Em plena atividade literária, Boos é autor de uma obra densa e consistente. Publicou os livros “Teodora & Cia” (contos, 1956), “As Famílias” (contos, 1980), “A Companheira Noturna” (contos, 1986), “Quadrilátero” (romance, 1986), “O Último e Outros Dias” (contos, 1988), “Um Largo, Sete Memórias” (romance, 1997), “Presenças de Pedro Cirilo” (romance, 2001) e “Burabas” (romance, 2005). Leitor de William Faulkner, teve sua literatura nitidamente influenciada por este, principalmente no que diz respeito ao uso do foco narrativo e do fluxo de consciência.
Em julho de 2009 Adolfo Boos Júnior recebeu a equipe do Sarau Eletrônico em sua residência, no bairro de Coqueiros, Florianópolis. Muito bem humorado, transformou o que era para ser uma entrevista, em longo e agradável bate-papo. Antes mesmo de ligarmos o gravador, disparou a falar a respeito da sua história com o Grupo Sul, e da amizade que priva com o casal Salim Miguel e Eglê Malheiros. Revelou ainda aspectos da sua biografia, da sua trajetória como bancário no Nordeste brasileiro, do seu compromisso ético com a literatura e do seu envolvimento com a fé espírita.
Liberto e irreverente, aqui Boos transgride os questionamentos propostos e desfia o novelo de uma memória irrequieta e, como toda memória, dona de uma lógica própria.
A entrevista foi realizada por Viegas Fernandes da Costa, e as fotos são de autoria de Darlan Jevaer Schmitt). O endereço do Sarau Eletrônico é www.bc.fur.br/saraueletronico .

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Sarau Eletrônico publica entrevista com o escritor Werner Neuert


Nascido no município catarinense de Rio do Sul em 1964, Werner Neuert mudou-se ainda na infância para Indaial, no Médio Vale do Itajaí, onde vive até hoje com sua família. Advogado, Werner é também autor de três livros: “Do Ofício de Matar Bois” (Contos, 1999), “A Terra Estava Vazia e Vaga” (Contos, 2002) e “Ofício Divino” (Poemas, 2003). Seus livros se caracterizam por explorar o máximo de conteúdo na expressão mínima. Depois de transitar pelo ateísmo, Werner Neuert entrou em contato com monges de uma ordem religiosa trapista e converteu-se para o catolicismo, exercendo atualmente a diaconia na Igreja Católica.Nesta entrevista, concedida ao Sarau Eletrônico em março de 2009, Werner Neuert fala de sua infância, sua formação literária, seus livros e, principalmente, de sua conversão religiosa e sua teogonia.

O endereço do Sarau Eletrônico é www.bc.furb.br/saraueletronico

terça-feira, 7 de abril de 2009

Entrevista com Noemi Kellermann

Sarau Eletrônico publica entrevista com Noemi Kellermann

O site de literatura da Biblioteca Universitária da FURB Sarau Eletrônico publica entrevista concedida pela professora de Música e Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Blumenau, Noemi Kellermann.
Noemi da Silva Kellermann nasceu na cidade de General Câmara, região Metropolitana de Porto Alegre, em 1939. Em 1971, integrando a equipe do maestro Oscar Zander, mudou-se para Blumenau a fim de lecionar na recém criada Escola Superior de Música do Teatro Carlos Gomes. Em 1974 foi a Áustria estudar a Pedagogia de Carl Orff no Orff Institut da Hochschule für Musik und Darstellung Mozarteum de Salzburg. Lecionou no curso superior de Artes da Universidade Regional de Blumenau desde a sua fundação, em 1973. Durante muitos anos chefiou a Divisão de Promoções Culturais desta mesma Universidade. Atualmente preside o Conselho Municipal de Cultura de Blumenau e é Diretora Pedagógica da Escola de Música do Teatro Carlos Gomes.Nesta entrevista concedida em Fevereiro de 2009 ao Sarau Eletrônico, Noemi Kellermann aborda aspectos da sua história pessoal e profissional, da história musical e cultural de Blumenau e da trajetória do ensino superior de Artes no Vale do Itajaí.
O endereço do site é www.bc.furb.br/saraueletronico

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Sarau Eletrônico publica entrevista com a escritora Urda Alice Klueger

Urda Alice Klueger nasceu em Blumenau, cidade onde construiu sua carreira literária. Historiadora graduada e pós-graduada na Universidade Regional de Blumenau, é autora de quase vinte livros entre romances, crônicas, relatos de viagens e literatura infanto-juvenil, dos quais se destacam: “Verde Vale” (1979), “No Tempo das Tangerinas” (1983), “Cruzeiros do Sul” (1992), “Entre Condores e Lhamas” (1999), “No Tempo da Bolacha Maria” (2002) e “Sambaqui” (2008).
Militante dos movimentos sociais, Urda atua ainda como editora, cronista e vivenciou ativamente a história cultural do Vale do Itajaí nas últimas três décadas. Pesquisa também a arqueologia do litoral de Santa Catarina.
Nesta entrevista, concedida ao Sarau Eletrônico em novembro de 2008, a escritora fala, entre outros assuntos, sobre sua infância, sua obra, sua história de vida e sobre sua passagem por grandes veículos da imprensa escrita catarinense.
O endereço do site é www.bc.furb.br/saraueletronico

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Sarau Eletrônico publica entrevista com Salim Miguel


O Sarau Eletrônco, site de literatura da Biblioteca da Universidade Regional de Blumenau (FURB), publica grande entrevista com o escritor Salim Miguel, autor de 30 livros e detentor de diversos prêmios literários e vasta experiência no jornalismo nacional. Seu mais novo romance, “Jornada com Rupert”, que aborda a imigração germânica no Vale do Itajaí, será lançado na Biblioteca Universitária da FURB no dia 13 de novembro.
Salim Miguel recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal de Santa Catarina e de intelectual do ano pela União Brasileira dos Escritores e Folha de S. Paulo (Troféu Juca Pato).
Nascido no Líbano em 1924, Salim Miguel chegou ao Brasil ainda criança. Depois de viver sua adolescência no município catarinense de Biguaçu, mudou-se para Florianópolis onde, nas décadas de 1940 e 50, integrou o movimento modernista nas artes catarinenses: o Grupo Sul. Juntamente com sua esposa, a também escritora Eglê Malheiros, escreveu o roteiro do primeiro longa-metragem catarinense, o filme “O Preço da Ilusão”. Em 1965, depois de ser preso pelo Regime Militar, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde editou a revista Ficção e trabalhou para a Editora Bloch e de onde retornou em 1979. Jornalista renomado com passagem por diversos jornais e revistas nacionais, Salim Miguel dirigiu também a editora da Universidade Federal de Santa Catarina e a Fundação Cultural Franklin Cascaes.
Autor de 30 livros, entre contos, crônicas, romances, depoimentos e impressões de leitura, dos quais se destacam: “A Morte do Tenente e Outras Mortes”, “A Voz Submersa”, “Nur na Escuridão” (que recebeu o prêmio de melhor romance de 1999 pela Associação Paulista de Críticos de Arte, e o Prêmio Zaffari & Bourbon da 9º Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo), “A Vida Breve de Sezefredo das Neves, poeta” (indicado para o Prêmio Jabuti) e “Mare Nostrum”.
Na entrevista o escritor e jornalista conta sobre a parceria que estabeleceu com um livreiro cego e que lhe oportunizou as primeiras leituras, ainda em Biguaçu; relembra sua infância, a experiência com o Grupo Sul e os momentos difíceis por que passou durante a Ditadura Militar brasileira e fala da sua história no jornalismo, das suas aventuras literárias e da sua experiência como escritor.
O Sarau Eletrônico pode ser acessado através do endereço eletrônico www.bc.furb.br/saraueletronico

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Sarau Eletrônico publica entrevista com o escritor e professor Godofredo de Oliveira Neto

Sarau Eletrônico Publica entrevista com o escritor e professor Godofredo de Oliveira Neto



Já está disponível no Sarau Eletrônico ( www.bc.furb.br/saraueletronico ), site de literatura mantido pela Biblioteca Universitária da FURB, a entrevista com o escritor e professor Godofredo de Oliveira Neto.
Godofredo de Oliveira Neto nasceu em Blumenau, cursou seus estudos superiores na França durante os anos da ditadura brasileira e atualmente reside no Rio de Janeiro. Professor do Departamento de Línguas Vernáculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro, graduou-se em Relações Internacionais pelo Instituto de Altos Estudos Internacionais da Universidade de Paris II (França) e em Letras pela Universidade de Paris III (França), onde também realizou seu mestrado em Letras. Possui ainda o título de Doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ocupou diversos cargos técnicos em instituições nacionais e internacionais, e integra diversos grupos de pesquisa em literatura, dentre os quais o comitê de pesquisadores da Association Archives de la Litérature Latino-américaine des Caraibes et Africaines du XX Siècle, ligado à UNESCO. Preside a Comissão de Língua Portuguesa do Ministério da Educação do Brasil e o Conselho Científico do Instituto Internacional de Língua Portuguesa da CPLP, entidades responsáveis pela implementação do novo Acordo Ortográfico nos países lusófonos. Pesquisador de Graciliano Ramos, é autor de diversos livros: “Faina de Jurema” (1981), “A Ficção na Realidade em São Bernardo” (1990), “O Bruxo do Contestado” (1996), “Pedaço de Santo” (1997), “Oleg e os Clones” (1999), “Marcelino Nanmbrá, O Manumisso” (2000), “Ana e a Margem do Rio” (2002) e “Menino Oculto” (2005).
Apesar de residir no Rio de Janeiro, Godofredo de Oliveira Neto costumeiramente ruma a Blumenau, seja para visitar seus parentes, seja para se refugiar na propriedade que a família mantém no interior do Parque das Nascentes, onde escreve seus livros.
Na cidade por convite da organização do 3º Fórum de Literatura Brasileira de Blumenau, onde palestrou, Godofredo concedeu esta entrevista ao Sarau Eletrônico no final do mês de agosto de 2008. Neste depoimento, fala sobre sua biografia, analisa sua produção literária e aborda o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Mesclando história e literatura, local e universal, o resultado da entrevista constrói uma breve cartografia da produção literária deste autor que, apesar de nacional, não abandonou sua condição local.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Entrevista com a Casa de Orates


O SESC-SC, através do Festival Palco Giratório/Aldeia SESC, traz para Blumenau diversos espetáculos teatrais na próxima semana. As montagens passam também por outras cidades do estado (Chapecó, Itajaí, Tubarão, Joinville, Lages e Jaraguá do Sul), e a programação é sempre complementada com atrações locais.

Muito mais do que disseminar a diversidade estética da produção cênica nacional, o Festival Palco Giratório busca, por meio das chamadas “aldeias”, criar territórios de efervescência e intercâmbio de conteúdo entre artistas locais e visitantes, estimulando, por sua vez, a formação de público e a produção local não só de teatro e dança mas também nas demais linguagens artísticas.

Casa de Orates

Integrando a programação do Aldeia SESC em Blumenau, a Trupe Sonora Casa de Orates apresenta o espetáculo “Sonhos”, no dia 23/09 (terça-feira), às 20hs, na Fundação Cultural de Blumenau.

A trupe define sua música como “antroponírica” - misturando música, teatro e cinema, a Casa de Orates pretende levar o espectador a um plano quimérico, onde os sonhos individuais tornam-se ao mesmo tempo coletivos a partir de signos propostos no espetáculo.

Pra falar um pouco mais sobre a banda e sobre a apresentação de terça-feira em Blumenau, eu conversei com a Casa de Orates por e-mail.


Primeiro queria que vocês me contassem um pouco sobre o início da banda e sobre a formação, se sempre foi a mesma que a atual, inclusive quanto à instrumentação.

Casa: A banda iniciou em 2002, com outro nome. Em 2003 passou a se chamar Casa de Orates e em 2007, com toda a mudança e com a utilização de elementos cênicos no trabalho, se concretizou como “Trupe Sonora Casa de Orates”.

Já passaram vários integrantes. O último a entrar foi o vocalista e violonista Márcio de Novais, no lugar de José Carlos B., grande amigo, e Jonatan Gonçalves, ator. Hoje os internos/ instrumentistas/ personagens são:

Darlan Martins H. Junior - Baixista / colecionador de lembranças
Euclydes da Cunha Neto - violão e guitarra / louco
Julio César Mendonça - bateria / filósofo
Marcelo Azeredo - flauta, percussão, sax e voz / bruxo
Marcio de Novaes - violão e voz / viajante
Siara Bonatti - Voz / menina onírica
Jonatan Gonçalves - Clown / Colecionador de Coringas

Quem faz os arranjos?

Os arranjos são feitos em grupo. Todos da banda participam ativamente para a criação deles, assim como as composições. Tentamos sempre propiciar nas músicas o máximo de inovação possível ao nosso conhecimento e intuição musical.


Eu sei que essa pergunta é horrível, mas vamos lá: Como vocês definem a música da Casa de Orates?

Bom, sempre perguntam isso para nós, por este motivo paramos um tempo para pensar... Na verdade criamos uma definição: chamamos de música/arte “antroponírica” (o homem que sonha). Chamamos assim pois todas as nossas composições são ligadas de alguma foram ao ser (enquanto a existência) e ao sonhos (enquanto a vontade de criar sem barreiras). Porém, quando queremos simplificar e não entrar tanto em detalhes filosóficos, chamamos também de “música progressiva brasileira”.

Vocês buscam inspiração em obras literárias pra escrever as letras?

Bom, cada integrante tem suas preferências, e é isso que faz a Casa de Orates. O próprio nome foi sugerido pelo ex-integrante Daniel Furtado, tirado de um conto de Machado de Assis, "O Alienista". Mas estão entre algumas preferências ligadas à banda, Nietzsche, Jostein Gaarder, Foucault, Fernando Pessoa, enfim, nesta linha... Claro que todos gostam de coisas diferentes.

E sobre as referências musicais... tem um pouco da psicodelia sessentista, um pouco de MPB...

Bom, aí vai mais longe ainda, não tem nem como falar. São imensas as influências. Cada um traz uma vivência diferente do outro na sua raiz, mas, em breves palavras, podemos dizer que a banda surgiu com enorme influência do psicodélico e progressivo setentista e hoje está muito ligada à música popular mundial e em grande parte brasileira, talvez por todos estarem estudando num conservatório de música popular. (Conservatório de Música Popular de Itajaí)

Eu me lembro do show do vocês no Psicodália, que teve bastante impacto visual, por misturar elementos cênicos, circenses, as máscaras de comedia dell´arte... Como é que surgiu esse interesse de incorporar outras linguagens ao espetáculo?

Esta proposta surgiu em 2005, quanto tivemos os primeiros rascunhos do nosso atual show temático "Sonhos - uma viagem ao onírico”. Queríamos incorporar uma linguagem cênica e cinematográfica ao som, inicialmente para ilustrar as músicas que eram forradas de metáforas. Hoje temos um diretor cênico (Cidval Batista Jr.) e estas linguagens estão cada vez mais fortes, mesmo quando apresentamos o show "O artesão dos sonhos" que é preparado para bares e lugares que não são ambiente de teatro.


Perguntinha infame: é mais fácil tocar de máscara?
Tocar já não é fácil, os músicos sabem disso... de máscara, pensando num personagem que não é você, fazendo movimentos pré-definidos anteriormente e ensaiados, com certeza é bem mais difícil. Aos poucos estamos nos acostumando... Hoje em dia já é mais fácil, mas tudo pela proposta.

É bom trabalhar com música autoral em Itajaí? Como é que anda o cenário musical por aí?

É sempre difícil trabalhar com uma nova proposta. As pessoas estão acostumadas com o que já existe, isso é natural, mas é bem difícil entrar no mercado, principalmente pelas pessoas que detêm o poder de te dizer sim ou não. Já demos muito murro em ponta de faca. Nossa saída para sermos aceitos foi promover nossos próprios eventos. Hoje em dia já temos bem mais respeito do que há um tempo atrás, e existe um público que sempre está nos nosso shows, mas mesmo assim ainda temos problemas de desrespeito em vários aspectos. Este ano lotamos os 505 lugares do Teatro Municipal (de Itajaí) duas vezes com o espetáculo "Sonhos" - uma viagem ao onírico”. Mesmo com músicas estranhas, pessoas que não são artistas consagrados, com uma produção artesanal, o público estava lá. Assim, mesmo quem desdenha de nosso trabalho é obrigado a nos aceitar como artistas de qualidade.

Estão curiosos pra tocar em Blumenau?

Com certeza. Será a primeira vez que aparecemos por aí, mesmo sendo tão perto. Temos um pequeno público de Blumenau que já conhece nosso trabalho e pede para aparecermos. Estamos ansiosos e trabalhando bastante.

* Falando em Blumenau, se agende para a apresentação das bandas Pochyua e Cambaçu e Casa de Orates, que tocarão juntos na Fundação Cultural em novembro.
** Créditos das imagens: Samara Zukonski.

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Festival Palco Giratório/Projeto Aldeias - SESC Blumenau
Trupe Sonora Casa de Orates
Show Temático "Sonhos - uma viagem ao onírico”
Dia 23/09, às 20hs, na Fundação Cultural de Blumenau.
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) / R$ 7,00 (Clube do Assinante A Notícia) / R$ 5,00 (meia)
http://www.casadeorates.com.br/

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Entrevista com o poeta Ricardo Corona

Quem quiser saber um pouco mais sobre o trabalho do Ricardo Corona, poeta q estará em Blumenau nesta sexta, no Via Poesia (SESC), pode ler a entrevista que saiu hj no Diário Catarinense.

CORONA: "Trabalhamos com esse acúmulo como proposta em si, um dos lugares de conteúdo é o excesso. O contemporâneo é cheio de acúmulo e excessos". Mais

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Entrevista com o poeta Douglas Zunino

O Sarau Eletrônico publicou entrevista com o poeta Douglas Zunino. Em seu depoimento, Zunino fala da sua história de vida, lembra a fase dos "poetas independentes" e reflete sobre a produção artística e literária em Blumenau.

O endereço do Sarau Eletrônico é: www.bc.furb.br/saraueletronico





No site é possível ler também as entrevistas anteriores, realizadas com o escritor Maicon Tenfen, o antropólogo Sálvio Müller, a historiadora Méri Frotscher e o escritor e crítico litertário José Endoença Martins.