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sexta-feira, 6 de maio de 2011
TEASER - Os Hematomas de Cláudio
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
Escolha o filme do CineMãe
Cinearte de Maio
Assessora de Comunicação: Marilí Martendal (3326 8124 e 9943 0235)
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Segunda tem Cinearte....
Em cartaz: Alma no Lodo
Fonte: Maria Justen, agente cultural FCB (3326 6871 e 9994 4639)
Assessora de Comunicação: Marilí Martendal (3326 8124 e 9943 0235).
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Cine Arte Setembro - Filmes Brasileiros
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Mostra do Cinema Francês Contemporâneo
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Quem não sabe brincar...
Com a grande incidência de comentários ofensivos a artistas e colaboradores do blog - postados nos últimos dias, sob anonimato -, pela primeira vez o Um Escambau se viu obrigado a moderar e remover comentários.
Sempre defendemos a livre expressão e também a possibilidade do anonimato como forma de manifestação da opinião (já tecemos longas discussões sobre anonimato x autoria lá na Blumenau Arte/Orkut, lembram? ). Continuamos achando que o anonimato é válido, mas, até para ser anônimo é preciso ter classe!
Enfim, diante do ocorrido (e como tem gente que não sabe brincar), estamos mudando a 'modalidade' de comentários. Agora é necessária uma identificação do usuário com conta google ou open ID.
O Um Escambau continua sendo um blog de caráter livre, sem qualquer tipo de censura. A moderação de comentários só acontecerá em casos extremos, como o ocorrido nesta semana.
E, pra quem sabe e quer brincar, o escambau continua...
voltemos ao que interessa!...
(a propósito, a mostra de cinema francês no sesc está ótima, vai até semana que vem, vale a pena se programar e ir!)
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
O corpo pornografado
cerá a palestra O Corpo Pornografado, ministrada pelo historiador Viegas Fernandes da Costa (pensei em colocar uma foto dele no post, mas mudei de ideia ao encontrar a imagem ao lado). Abaixo, uma entrevista com o palestranteA palestra integra uma programação do grupo de estudos Clio no Cio, que vem debatendo a história do corpo em suas diversas manifestações socioculturais. Já aconteceram as palestras a respeito do corpo na moda, do corpo disciplinado e do corpo nas artes plásticas. A última tratará da literatura erótica. A nós coube a tarefa de discutirmos o corpo a partir do cinema pornográfico. Assim, a palestra “O corpo pornografado: recortes da história do cinema pornô” não está descontextualizada, mas integra um debate muito mais amplo. Neste sábado pretendemos olhar para o cinema pornográfico enquanto gênero narrativo, sua caminhada desde os stags do início do século XX até as produções mais recentes, feitas exclusivamente para o vídeo. Juntamente à exposição da história e das possibilidades de compreensão cultural, estaremos exibindo pequenos trechos de filmes pornográficos que nos permitirão perceber as diferentes estéticas empregadas no transcorrer da história do gênero. Como se trata de um tema ainda pouco discutido no Vale do Itajaí (na perspectiva acadêmica), a intenção é introduzir o debate e aventar as possibilidades de olhares sobre a sociedade a partir desse gênero cinematográfico.
2) Mais especificamente, que relações você faz sobre pornografia e sociedade?
O cinema pornográfico (e, atualmente, o seu correspondente em vídeo) é uma manifestação cultural como qualquer outra. Só existe porque é socialmente produzido e consumido. Assim, entender o cinema pornográfico enquanto manifestação social e cultural é reconhecer que o mesmo implica em saber. O cinema pornô constrói saberes e, assim, é lícito estabelecermos saberes a respeito dele. A pergunta que faço é: o que pode nos dizer determinado filme, ou determinada escola cinematográfica, a respeito da sociedade que o produziu e o consome? Ao olharmos para a história desse gênero de cinema, perceberemos que os filmes mudaram, não só nos seus aspectos estéticos, mas também nos aspectos narrativos e de tudo aquilo que gravita no seu entorno. Olhar para o cinerma pornô é, também, olhar para o seu público, para a indústria cultural que o produz.
3) Qual sua base teórica?
No Brasil, a temática ainda é pouco discutida. A partir da década de 90 dois importantes trabalhos surgiram a partir de pesquisas acadêmicas e que tratam especificamente do cinema pornográfico: o primeiro do professor Nuno Cesar Abreu, e em seguida o do antropólogo Jorge Leite Jr, que se detém especificamente sobre o bizarro (um gênero dentro do gênero). Estes dois trabalhos servem de base para a palestra. Na perspectiva filosófica, Michel Foucault, Sade, Bataille e Roger Chartier (cujo olhar que lança sobre a literatura – o da teoria da recepção – permite-nos olhar também para o cinema pornográfico). Nesta palestra, especificamente, talvez a perspectiva de Chartier fale mais alto.
4) Quando e como você começou a se interessar pela história do corpo?
Desde a minha graduação em História estive preocupado em compreender a história do corpo, sua constituição cultural e social. Este corpo que se normaliza, desnaturalizando-o. Porque o que é normal difere daquilo que se impõe enquanto natural. Comecei tentando entender a construção da normalidade a partir do estabelecimento do diferente, do anormal. Estudei os concursos de robustez infantil em Blumenau e o discurso eugenista do médico Afonso Balsini, e para tal vali-me das leituras que fiz de Foucault, Nietzsche, Roberto Machado entre outros. Foram estas leituras que me despertam para olhar o cinema pornográfico além da fruição. Primeiramente me chamou a atenção a disciplinação do cinema pornô no espaço de uma videolocadora especializada. Nas estantes notávamos (e ainda se nota) a compartimentalização do gênero em outros gêneros menores: soft core, interracial, gay, lésbicas, gang bang, zoofilia, fetiches com objetos, bondage, sadomasoquismo, escatologia, anomalias, geriatria etc etc etc. Essa fragmentação do gênero nos diz muito. O que é bizarro? O que é normal? O que é soft e o que é hard? Por que recentemente o creampie (gozar dentro) aparece como fetiche digno de figurar enquanto gênero do pornô? E por aí se desfia o novelo. Mas preciso dizer que não sou um especialista nos estudos da cinematografia pornô. Olho para o pornô a fim de compreender o corpo. Da mesma forma, interessa-me observar os discursos médicos, da psicologia, da política, da literatura, da historiografia e assim por diante. O corpo se constitui na multiplicidade de saberes, e estudá-lo implica em se adotar perspectivas transdisciplinares. O filme “Oh Rebuceteio!”, dirigido por Cláudio Cunha, pode me trazer tantos elementos para estudar e compreender as práticas que disciplinam e constróem o corpo quanto o conto “Uma enteada da natureza”, de Gertrud Gross-Hering (1879-1968).
5) De que forma você descreveria a importância de se discutir, na Universidade, um tema como pornografia?
Penso que esta resposta já está respondida nas questões anteriores. Mas vale dizer que a Universidade não tem o direito de se omitir diante das manifestações sociais e culturais. Se eu estivesse discutindo um tema como religião, por exemplo, ninguém perguntaria qual a importância da Universidade discutir o assunto, mas ao se tratar de pornografia, mais especificamente de cinema pornográfico, então os tabus aparecem. A Universidade não pode aceitar estes preconceitos. E mais, afinal, houve tempos em que ler Voltaire era acessar uma obra pornográfica, não é mesmo?
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Palestra "O corpo pornografado: recortes da história do cinema pornô.
O cinema pornográfico constitui-se ainda como ousada fronteira a ser pesquisada pelos historiadores. Desde os “stags” (curta-metragens produzidos no início do século XX), passando pelos nudies, beavers até os filmes propriamente hard-core da década de 1970, o cinema pornográfico tem na exposição e fragmentação do corpo sua estética fundamental. Sobreviventes ao patrulhamento moral e adaptando-se a diferentes tecnologias e suportes de imagem, esse tipo de cinema constitui-se como um dos mais rentosos produtos da indústria cultural, colocando em cena o corpo e suas múltiplas possibilidades de prazer.Em “O Corpo Pornografado: recortes da história do cinema pornô”, discutiremos a caminhada do cinema pornográfico, estabelecendo alguns recortes estéticos e discutindo suas relações com as conjunturas sócio-culturais em que são produzidos. A discussão será ilustrada com cenas de stags da década de 1930, de alguns clássicos da década de 1970 (“Garganta Profunda”, “O Diabo na Carne da Srta. Jones”), de clássicos da pornochanchada brasileira (“Oh Rebuceteio!”) e de filmes contemporâneos produzidos para o suporte de vídeo (“Buttman”, “Beladona”).
A discussão será apresentada por Viegas Fernandes da Costa, historiador e escritor, especialista em Estudos Literários e pesquisador da história do corpo.
Quando: Dia 24 de Outubro às 16h na sala D-004, Campus I da FURB.
* Indicação etária: maiores de 18 anos.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Cinearte de outubro - Clássicos policiais norte-americanos
Grandes clássicos da sétima arte
(em outubro: clássicos policiais norte-americanos)
Todas as segundas, às 19h.
Sala de Teatro Edith Gaertner
Fundação Cultural de Blumenau
Rua XV de Novembro, 161 – Centro
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Programadora Brasil - Em Torno de Glauber

Todas as terças, no auditório do SESC Blumenau, o projeto Programadora Brasil apresenta Em Torno de Glauber, uma seleção de filmes que visa desconstruir o mito Glauber Rocha, mantendo-se fiel às suas proposições de linguagem e estética.
Programadora Brasil – EM TORNO DE GLAUBER
Terças, às 19h
Auditório do SESC
R. Amadeu da Luz, 165 – Centro
Informações: jamildias@sesc-sc.com.br
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Cinearte de Maio
Dia 4 – Meu nome não é Johnny
Ele tinha tudo. Menos limite. João Guilherme Estrella era um típico jovem da classe média, que viveu intensamente sua juventude. Inteligente e simpático, era adorado pelos pais e popular entre os amigos. Com espírito aventureiro e boêmio, mergulhou em todas as loucuras permitidas. E também nas não permitidas. No início dos anos 90 se tornou o rei do tráfico de drogas da zona sul do Rio de Janeiro. Investigado pela polícia, foi preso e seu nome chegou às capas dos jornais. Em vez de festas, passou a frequentar o banco dos réus. Sua história revela sonhos e dramas comuns a toda juventude.
Brasil, 2007. A direção é de Mauro Lima. No elenco, Selton Mello, Júlia Lemmertz, Cássia Kiss, André di Biasi, Cléo Pires e Eva Todor. Censura 14 anos.
Dia 11 – Casa de Areia
1910. O português Vasco (Ruy Guerra) leva sua esposa grávida Áurea (Fernanda Torres) e a mãe dela, dona Maria (Fernanda Montenegro), em busca de um sonho: viver em terras prósperas, recentemente compradas por ele. O sonho se transforma em pesadelo quando, após uma longa e cansativa viagem junto a uma caravana, o trio descobre que as terras estão em um lugar totalmente inóspito, rodeado de areia por todos os lados e sem nenhum indício de civilização por perto. Áurea quer retornar ao lugar de onde vieram, mas Vasco insiste em ficar e constroi uma casa de madeira para que lá possam viver. Após serem abandonados pelos demais integrantes da caravana, um acidente mata Vasco e deixa Áurea e dona Maria completamente sozinhas. Elas partem em busca de ajuda e terminam por encontrar Massu (Seu Jorge), um homem que nunca deixou o local. Massu passa a ajudá-las, levando comida e sal para que Áurea e dona Maria possam sobreviver na casa recém-construída. Apesar da estabilidade, Áurea deseja deixar o local de qualquer maneira, mas decide apenas fazer isto quando sua filha nascer e poder deixar o local com ela. Enquanto isso Áurea e dona Maria precisam lidar também com a instabilidade do local em que vivem, já que a areia pode soterrar a casa em que vivem a qualquer momento. Censura 16 anos.
Drama, 103 minutos, Brasil, 2005. Direção de Andrucha Waddington. No elenco, Fernanda Montenegro, Fernanda Torres, Ruy Guerra, Seu Jorge, Luiz Melodia, Enrique Diaz, Stênio Garcia e Emiliano Queiroz.
Dia 18 – Cinema, Aspirinas e Urubus
No meio do sertão nordestino, dois homens se encontram. Johann, um alemão que fugiu da guerra, e Ranulpho, um brasileiro que deseja escapar da seca que assola o nordeste. Viajando de povoado em povoado, eles exibem filmes para pessoas que jamais haviam conhecido o cinema, para vender um remédio, chamado por eles, de milagroso. Os dois buscam novos horizontes em suas vidas, aprendem a respeitar as diferenças. É a partir daí que surge uma amizade incomum, mas que marcará a vida deles para sempre.
2005, produção brasileira, drama, indicação 14 anos, 90 minutos. Direção de Marcelo Gomes. Elenco: Peter Ketnath (Johann), João Miguel (Ranulpho) e Hermila Guedes (Jovelina).
Dia 25 – Cidade dos Homens
Dois amigos que cresceram juntos em uma favela carioca fazem 18 anos e encaram as primeiras dificuldades da vida adulta. Acerola (Douglas Silva) tem um filho de dois anos para criar. Acostumado à liberdade, se sente amarrado pelo casamento e lamenta a paternidade precoce. Para Laranjinha (Darlan Cunha), o problema não é ser pai, mas não ter um pai. Decidido a encontrar o seu, ele começa a remexer o passado. Enquanto a dupla tenta resolver seus problemas, uma guerra sacode o perigoso mundo do tráfico à sua volta. O dono do morro, Madrugadão (Jonathan Haagensen), primo de Laranjinha, perde o posto para o ex-braço direito, Nefasto (Eduardo BR). Na confusão, os dois amigos vão ter de fugir de casa e acabarão descobrindo uma verdade que, de tão incômoda, ameaça separá-los.
Drama, 110 minutos, Brasil, 2007. Direção de Paulo Morelli. No elenco, Douglas Silva (Acerola) e Darlan Cunha (Laranjinha).
Fonte: Marlene Schlindwein (Presidente FCB) 3326 6977 e 9977 9838.
Jornalista: Marilí Martendal – MTb/SC 00694 JP. 3326 8124 e 9943 0235.
terça-feira, 24 de março de 2009
Godard na Aliança Francesa
sexta-feira, 6 de março de 2009
Programação Cinearte Março
O Cinearte da Fundação Cultural de Blumenau está exibindo neste mês de março, filmes em homenagem à Mulher.
O Cinearte acontece toda segunda-feira, às 20 horas, na Fundação Cultural. A promoção é aberta ao público e a entrada é gratuita.
Dia 9 – Tomates Verdes Fritos
Com a simpatia irresistível das histórias contadas por nossos avós, a octogenária Ninny (Jéssica Tandy) tenta levantar o baixo astral da amiga Evelyn (Kathy Bates), em crise existencial e de identidade, relatando-lhe um caso ocorrido nos anos 30: duas mulheres que sofrem pressão moral e física em um vilarejo no violento estado do Alabama. Idge (Mary Suart) é destemida o suficiente para enfrentar qualquer situação e ajudar a meiga Ruth (Mary Louise), que sofre passivamente nas mãos do marido, membro da Ku-Klux-Kan. As duas abrem um bar chamado Whistle Stop Café de onde se defendem e cozinham os famosos tomates verdes fritos à milanesa com pimenta, a especialidade acre da região. Com uma fluência narrativa tranqüila que se contrapõe às tragédias cotidianas dos dois relatos, esta produção tem brilhantes interpretações femininas. Pode-se dizer que “Tomates Verdes Fritos” é tão bom que vale por dois.
EUA, 1991. Direção de Jon Avnet. Com Jéssica Tandy, Kathy Bates, Mary Suart Masterson, Mary Louise Parker.
Dia 16 – Flores Partidas
Don Jahnston, 50 anos, solteiro convicto, acaba de ser dispensado por sua namorada. Estático e aparentemente deprimido, recebe uma carta anônima num envelope rosa, que o informa que ele tem um filho de 19 anos. O vizinho de Don o incentiva a descobrir a identidade da mãe deste filho desconhecido. Don parte em uma viagem pelos Estados Unidos, na qual reencontrará quatro ex-namoradas. Cada uma delas com uma surpresa que o fará confrontar o passado. Mas haverá uma resposta à grande pergunta?
Filme de Jim Jarmusch, com Bill Murray, Jeffrey Wright, Sharon Stone, Francês Conroy, Jéssica Lange, Tilda Swinton e Julie Delpy.
Dia 23 – Conduzindo Miss Daisy
Filme vencedor de 3 Oscars: Melhor Filme, Melhor Atriz (Jéssica) e Melhor Roteiro adaptado. Baseado em peça de Alfred Uhry, registra mais de vinte anos nas relações entre uma velha judia e seu motorista negro. Como ela é uma liberal, a favor de Martin Luther King, não há grandes conflitos. Depois de 15 minutos os dois ficam amigos até o fim da vida. Mas o filme é delicado, sensível, dirigido com elegância e discrição. É fácil gostar dos personagens, ainda mais porque os atores são excelentes, em particular Jéssica, que aos 80 anos, autêntica primeira dama do teatro americano, sabe tudo sobre a arte de representar. O filme é uma justa, embora tardia, homenagem a uma grande atriz.
EUA, 1989. Direção de Bruce Beresford. Com Morgan Freeman, Jéssica Tandy, Dan Aykroyd, Patti Lupone, Esther Rolle. Legendado. 92 minutos.
Dia 30 – O violinista que veio do mar
Qualquer filme que tenha grandes damas como Maggie Smith e Judy Dench dividindo a tela merece ser visto. Um filme cheio de momentos encantadores. Elas salvaram um estranho. E o estranho roubou seus corações.
Em uma pequena vila no norte da Inglaterra duas irmãs encontram um corpo, todo machucado, na pequena praia local. O rapaz revela-se um violinista polonês de extrema habilidade, e a dificuldade de comunicação é apenas um dos problemas que chegam com o estranho. Aos poucos um sentimento de afeto toma conta do trio, conduzido através da música. O ator Charles Dance (Alien 3) faz sua estréia como produtor, roteirista e diretor, contando com as duas grandes damas do teatro inglês, Judy Dench (Shakespeare Apaixonado) e Maggie Smith (da série Harry Potter).
2004. Drama. 103 minutos.
Fonte: Marlene Schlindwein (Presidente FCB) 3326 6977 e 9977 9838.
Jornalista: Marilí Martendal – MTb/SC 00694 JP. 3326 8124 e 9943 0235.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
I Ciclo de Filmes

1º Ciclo de Filmes organizado pelos estudantes do Mestrado em Desenvolvimento Regional (Helena Hinke Dobrochinski Cândido, e Christian Henriquez Zuñiga) em conjunto com professores desse programa. Após o término do filme, convidados e público comentarão sobre as temáticas propostas.
Programação:
Dia 6/11 às 19h - Auditório de Arquitetura - GA016
1- A Carne é Fraca (Comentários: Prof. Dr. Luciano Florit)
Entrada franca
Dia 13/11 às 19h - Auditório de Arquitetura - GA-016
2- Na Natureza Selvagem (Comentários: Msda. Helena Hinke Cândido e Msdo. Christian Henriquez)
Entrada franca
Dia 21/11 às 19h - Auditório Bloco T
3- The Edukators (Comentários: Dr. Ivo Marcos Theis)
Entrada franca
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
28.10. DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO
Mostra de curtas-metragens nacionais e internacionais.São mais de 150 cidades em todo o país.
Foi nesta data que, em 1892 que Emile Reynaud realizou a primeira projeção do seu teatro Óptico no Museu Grevin, em Paris. Essa projeção foi a primeira exibição pública de imagens animadas (desenhos animados) do mundo.
Foi para comemorar esta data que a Associação Internacional do Filme de Animação(ASIFA) lançou o evento, contando com o apoio de diferentes grupos internacionais filiados.
Em 2008 o Dia Internacional da Animação está sendo realizado em 51 paises que farão intercambio de suas mostras.
No Brasil o 'Dia Internacional da Animação' é organizado pela Associaçao Brasileira de Cinema de Animação (ABCA). Este ano o DIA conta com mais de 150 cidades participantes em todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal. A Mostra oficial será exibida simultaneamente às 19 horas e 30 minutos do dia 28 de outubro sendo o maior evento simultâneo do genero, a ser realizado no país. Nesta data será exibida 1 hora de curtas-metragens estrangeiros (coreanos, americanos, poloneses, portugueses, franceses e russos) e 1 hora de curtas-metragens brasileiros. O Programa brasileiro tambem sera enviado para os 51 paises integrantes da ASIFA.
O evento tera entrada franca em todo o pais e busca difundir o cinema de animação atraindo novos publicos proporcionando aos seus expectadores o acesso a essa arte cinematográfica.
Embaixadores: Jacqueline Burger e Alessandro Mafra (JECLAC STUDIO)
Contato e info:47 3326 0806 ou jeclac@jeclac.com.br
Apoiador em Blumenau: Fundação Cultural de Blumenau e Prefeitura Municipal de Blumenau
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
MOSTRA DE CINEMA ITALIANO
Fundação Cultural de Blumenau e Lira Circolo Italiano di Blumenau
ENTRADA GRATUITA
Dia 8 sábado
20h - Oito e Meio (Itália/França – 1963).
Direção de Federico Fellini.
Duração 132’.
Dia 9 domingo
16h - O Leopardo (Il Gattopardo), Itália/1963,
Direção de Luchino Visconti.
Duração 180’.
20h - A Aventura (L’Avventura –Itália/França – 1960)
Direção de Michelangelo Antonioni.
Duração 133’.
Dia 10 segunda
16h - Mamma Roma (Itália/1962) .
Direção Píer Paolo Pasolini.
Duração 106’.
Dia 11 terça
16h - “Lamerica” (Itália/1994) .
Direção de Gianni Amélio.
Duração 110’.
20h - O Incrível Exército de Brancaleone (L’armata Brancaleone –Itália/França – 1966).
Direção de Mario Monicelli.
Duração 114’.
Dia 12 quarta
16h - Giuseppe Di Vittorio. Vozes de ontem e de hoje (Giuseppe Di Vittorio. Voici di ieri e oggi - Itália/2007).
Direção de Carlo Lizzani e Francesca Del Sette.
Duração 52’.
20h - Investigação sobre um Cidadão acima de Qualquer Suspeita (Indagine su um cittadino al di sopra di ogni sospetto – Itália/1970).
Direção de Elio Petri.
Duração 110’.
Dia 13 quinta
16h - O Homem das Estrelas (L’uomo delle stelle – Itália/1995).
Direção de Giuseppe Tornatore
Duração 109’.
20h - Beleza roubada (Io ballo da sola) –Itália/Inglaterra/ França - 199 ).
Direção de Bernando Bertolucci.
Duração 118’.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Nova opção de cinema no SESC Blumenau
Neste ano o SESC tem uma novidade. O Serviço Social do Comércio assinou com o Ministério da Cultura uma parceria para disponibilizar em sessões gratuitas filmes do Projeto PROGRAMADORA BRASIL. Realizada por meio da Cinemateca Brasileira e do Centro Técnico Audiovisual (CTAv), a Programadora Brasil é uma iniciativa de disponibilização, por meio de uma permissão de uso, de filmes e vídeos brasileiros para cineclubes, Pontos de Cultura, escolas, universidades e centros culturais. Paralelamente, são objetivos do projeto formar platéias, fomentar o pensamento crítico em torno da produção nacional, apoiar a formação de uma rede não-comercial de exibição e estimular a organização dos circuitos já existentes. O SESC Blumenau no mês de agosto dará início as exibições de curtas e longas – metragens integrantes do Projeto Programadora Brasil. O Setor de Cultura elaborou uma Programação para os amantes do CINEMA.
Serviço:
Programadora Brasil
Período: segunda à quinta-feira
Sessões: 09h e 15h
Local: SESC - Rua Dr Amadeu da Luz 165
Agendamento e programação: jamildias@sesc-sc.com.br ou 47 3322 5261 /Jamil Antonio Dias, Cultura - www.sesc-sc.com.br
Leia também: Cinema no SESC
terça-feira, 22 de julho de 2008
A vida é filme
Querido Lê,
Hoje nos vimos e descobrimos juntos que a vida é um filme. Um longo longa-metragem, constantemente desfocado pelas lentes da memória.
Percebemos as cenas que relegamos ao marasmo, os pensamentos sem corte dos filmes iranianos e os minutos eternos entre o desejo e a satisfação.
Sacamos nossas hipérboles fellinianas e gesticulamos muito ao falar. Foi uma dança de sombrancelhas e sílabas abertas, no falar cuspido e passional.
Compartilhamos constipações com o Bergman e sofremos em segredo nossos cortes com navalha, úlceras de benzina, nosso odor esverdeado. Somos mulherzinhas histéricas e autodestrutivas, chorando em frente ao espelho e rindo da própria cara, escarnecendo de nossas lepras e assim somos mulheres de Bergman.
Mas jamais perdemos o olhar agridoce do Chaplin, nossa inocência calculada, nossa patetice encantadora. Por isso caímos de escadas, esbarramos em mesas e nos apegamos aos cachorros. Pois somos patetas e nossa tristeza é engraçada.
Estamos no palco, as luzes estão sobre nós e devemos entreter a platéia. Mas nossa mala de truques e traquinagens está vazia e assim estão nossos corações e, talvez, se simplesmente sentássemos por horas, olhando nossas sombras, nossa performance seria vanguarda.
"Respeitável público: queremos ser dignos de vossa gargalhada!".
"Ha, ha, ha", riem eles, lacônicos.
Hoje nos vimos e juntos descobrimos que a vida é um filme. Devemos criar pequenas tensões e conflitos, mas nada que assuste demais nossos espectadores. Podemos encenar mutilações e estupros, mas falar de beijos na esquina e de milagres não premeditados pode ser arriscado.
Devemos rechear esse roteiro de pequenas transgressões - as suportáveis, e depois encenaremos remorso, com a mão na cabeça e olhar distante, e depois suspiraremos.
Sonhamos à noite com amores platônicos mas acordamos sedentos por cheiros familiares. Estamos fadados às poluções noturnas e inconscientes nesse eterno momento pausado?
Hoje nos vimos e estamos acordados. Quando estamos acordados, esse figurino pesa uma tonelada, nossas espadas são de isopor e degladiamos robôs revestidos de pele pulsante.
Mas, apesar de acordados, não estamos presentes. Estamos sonhando outra história, onde mesmo pobres e tímidos, ainda assim somos muito interessantes.

