
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Nana Lança Novo Livro
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Livro Infantil: A Vaca Minuciosa
| Pochyua Andrade e Nestor Jr. apresentam: A Vaca Minuciosa |
| O escritor afirma que a obra não é exatamente literatura infantil, é apenas literatura dele. O artista garante que foi um grande desafio, mas diz que gostou do resultado. A Vaca Minuciosa, obra que será lançada no dia 3 de maio de 2011, na Furb, é assim: só lendo você vai entender o quanto ela é única. |
| Numa tarde, no Parque das Nascentes (na Nova Rússia, em Blumenau), Clara arranca uma florzinha de capim e mostra a Pochyua Andrade. Ele responde: “É a comida da Vaca Minuciosa”. Naquele momento, segundo ele, a personagem passou a existir por completo. Isso aconteceu há cerca de três anos, e só agora o público vai poder entender quem é e quais são as histórias da personagem de Pochyua. O lançamento de A Vaca Minuciosa será no dia 3 de maio, na Biblioteca da Universidade Regional de Blumenau (Furb). Para os amigos de Pochyua, no entanto, a personagem já existe há tempos. “Escrevi o texto há passos lentos, mas me diverti muito imaginando tudo o que a personagem seria capaz de fazer”, conta. “De vez em quando, em conversas com pessoas que sabiam que eu estava escrevendo a história, contava ‘causos e mais causos’ da Vaca”. O escritor diz que, na sua concepção, a obra não é literatura infantil. “É apenas a minha literatura. É o que consegui externar de mim sob a inspiração do que me cerca. Acabou saindo uma novela para crianças de todas as idades”, acrescenta ele, que avisa: “Se não for criança nem deve ler, porque não vai viajar. Tem que viajar”. Para dar cores (muitas!) à obra, Pochyua propôs um desafio ao amigo e artista Nestor Jr. Para ele, as 21 ilustrações em aquarela sobre papel são um reflexo do que o texto inspira somado ao local onde a história se passa. “Foi a primeira vez que eu ilustrei um livro com um conteúdo tão peculiar quanto A Vaca Minuciosa. Foi difícil. Comecei tentando criar ilustrações digitais, mas logo abandonei e parti de uma folha em branco. Manualmente, gostei muito do resultado”, afirma Nestor. O livro será lançado com o apoio da Fundação Cultural de Blumenau (FCBlu), através do Fundo Municipal de Apoio a Cultura. Os livros serão distribuídos em todas as escolas da Cidade. Expectativa Ao ser perguntado sobre o que espera da obra, Pochyua diz que quer que os leitores divirtam-se e dêem risadas. “Espero que se apaixonem pela Vaca e pelas ilustrações do Nestor”, afirma ele. O autor conta que, quando tinha oito anos, ganhou um livro de Ciça Fitipaldi chamado João Lampião. “A obra tinha ilustrações lindas e acho que, se me esforçar, ainda consigo lembrar passagens do texto. Então, talvez, eu fique esperando que para alguém A Vaca Minuciosa se torne inesquecível”. Outra expectativa de Pochyua é que todos decifrem as entrelinhas que, segundo ele, são propositalmente facílimas de decifrar. “E que reflitam um pouco sobre elas se tiverem, como a Vaca, um ‘tempo sem fim’”, espera. “Que as pessoas gostem, enfim. Que seja um estímulo a leitura, que entretenha e que faça com que cada um se sinta um pouco Vaca Minuciosa e se debruce sobre as descobertas e redescobertas das coisas que estão sempre ao seu alcance”. Na apresentação do livro, Gregory Haertel diz que “a Vaca Minuciosa é um livro que devolve às crianças (e aos adultos, e quem sabe até mesmo aos bichos) a surpresa das descobertas que se fazem sozinhas, sem intermediários e sem certezas”. Pochyua diz que sempre escreveu, sempre escreve. Bilhetes, poemas, contos que não tem final e letras de música. “Na verdade eu não tenho me esforçado para a chegada de um segundo livro, mas estou sempre atento as sussurros do vento no meu ouvido. Caso ele sopre uma coisa que eu curta transformar em texto, transformarei, certamente”, finaliza. O evento de lançamento A Vaca Minuciosa será lançado no dia 3 de maio de 2011, às 20hrs, Salão Angelim da Biblioteca Central da Furb (Campus I). No evento, serão feitas leituras de trechos do livro e Pochyua vai cantar uma canção que está na obra. Lá o livro será vendido por R$ 25,00. |
Fonte: Marina Melz |
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Lançamento do novo livro de Gregory Haertel, Quarteto de Cordas para Enforcamento
"Gregory deve divertir-se muito quando escreve. Quase posso adivinhá-lo escancarando um sorrisão que expõe dentes e malícia, ardiloso a brincar com (de)formação de frases, (des)construção de conceitos, (re)criação de valores e julgamentos.", comenta o diretor de teatro Pépe Sedrez, no prefácio da obra.
Em Quarteto de Cordas para Enforcamento o leitor que acompanha a obra do autor como dramaturgo ,vai se deparar com algumas semelhanças entre os textos e peças da Cia Carona,de Teatro já que alguns dos contos serviram de inspiração durante o processo de montagem de trabalhos da Cia. O autor comenta também que, no decorrer da leitura do próprio livro, durante o processo de finalização, surpreendeu-se ao perceber o quanto o último texto, “Ensaio para Orquestra e Coro de Chuva”, prenunciava o seu primeiro romance, “Aguardo”, que seria escrito anos depois.
O lançamento da obra acontecerá em noite para lá de especial, no porão da Fundação Cultural de Blumenau, simultaneamente à abertura da Exposição Escritos da Carne, de fotografias que relacionam o erótico, a nudez e a literatura erótica. A exposição é fruto de projeto de mesmo nome da historiadora, pesquisadora Carla Fernanda da Silva, viabilizado pelo edital estadual Elisabeth Anderle. A exposição é composta por 21 imagens de autoria e dos fotógrafos Aline Assumpção, Charles Steuck, Carla Fernanda da Silva, Carlos Lobe, Ivan Schulze, Mariana Florêncio e Sally Satler.
Abertura da Exposição Escritos da Carne
Data: 29 de abril | Sexta-feira
Horário: 20h
Local: Fundação Cultural de Blumenau - Porão
Editora: Liquidificador Produtos Culturais
192 páginas
ISBN 978-85-63401-01-4
segunda-feira, 22 de março de 2010
“Geórgia e o Elefante” resgata o lúdico e o mágico
segunda-feira, 1 de março de 2010
Lançamento de Pequeno Álbum, novo livro de Viegas Fernandes da Costa
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Entre cadáveres e casas velhas, a literatura
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Novo livro de Douglas Zunino “A Motocicleta Azul” fala da geração colorida
O poeta
Douglas M. Zunino, há quase duas décadas vende seus livros de mão em mão. Já participou de vários projetos de arte, como: Projetando Poesia, Arte Voluntária, Instantâneos e movimentos culturais importantes na cidade como Poetas Independentes e MP-Blu – Movimento da Música e Poesia Blumenauense.
Atrações
Na noite será apresentado o vídeo-poema “A motocicleta azul”, com edição de Rafael Rubeck e produção de Cláudio Peruzzo Jr , que fará também exposição de fotografias e obras de Telomar Florêncio.A noite também terá música, com os parceiros musicais de Zunino (Aroldo, Orly , Baiano, Daian, Piti, Jairo Adriano e Claudio Romero).
Leia a entrevista que Douglas Zunino concedeu ao Sarau Eletrônico Aqui
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Lançamento "Particularidades", Nane Pereira - hoje!
Preço: R$ 14,90
Local: Livraria Alemã Mega Store
Rua Amadeu da Luz, 260
Blumenau – SC
domingo, 7 de junho de 2009
Enquanto isso em Dom Casmurro
Viegas Fernandes da Costa*
Antes mesmo de lançar Enquanto isso em Dom Casmurro, em 1993, José
Endoença Martins já suscitara polêmicas com o conteúdo e a forma dos seus versos, inauguradores daquilo que mais tarde chamaria de Poema Minuto. O negro, a mulher, o sexo, a vida e seu simulacro explodiam em seu texto, que tinham em Blumenau seu cenário e suporte. Não foi diferente com este seu romance, que tem sua 2ª edição lançada agora pela Edifurb.Em Enquanto Isso em Dom Casmurro a linguagem, e tão somente ela, torna possível aproximar 1899, ano em que Machado de Assis dá à luz Capitu e Bentinho, e 1993, ano em que Martins imprime seu sopro a Capitu, e esta se liberta do realismo de “Dom Casmurro” para encontrar o pós-modernismo neste livro ambientado em uma Blumenau preconceituosa e hipócrita que vive a crise do setor têxtil, no início da década de 1990. Uma Capitu kitsch, amoral, bissexual, sadomasoquista, negra e drogada que se move pela linguagem e pelo desejo e que escolhe esta cidade do Vale do Itajaí para viver esta sua nova vida fantasiada de cantora sertaneja.
Provocador e experimental, Enquanto Isso em Dom Casmurro, no tempo do seu primeiro lançamento, dividiu águas na literatura produzida no interior de Santa Catarina, e reaparece agora ainda mais atual, problematizando esta nossa sociedade do pastiche, das aparências, onde tudo pode ser valorado pela plástica e pela capacidade de se tornar mercadoria, inclusive a própria Capitu, que paga com seu corpo o cachorro quente vendido na esquina.
Neste romance José Endoença Martins questiona os fundamentos identitários blumenauenses, cidade onde nasceu o autor, sempre tão prussiana com seu discurso higiênico de ordem e trabalho. Aqui temos uma Blumenau que já foi negra, que já foi italiana, que já foi até mesmo alemã, para hoje ser qualquer outra coisa indefinida, uma terra onde as “enchentes anuais perderam leveza e novidade” para “ganhar angústia”, uma cidade cheia de ruídos, mas sem som próprio.
Enquanto Isso em Dom Casmurro constitui-se como um romance rico em intertextualidades, que flerta com a história e com nossa sociedade pós-industrial, que discute as relações interétnicas e, acima de tudo, que mostra que na ficção tudo é possível, desde que haja desejo.
*Viegas Fernandes da Costa é historiador e escritor, autor de "Sob a luz do farol" (2005) e "De espantalhos e pedras também se faz um poema" (2008) e editor do site Sarau Eletrônico.
terça-feira, 10 de março de 2009
Presença da literatura infantil e juvenil em Santa Catarina
Se a literatura produzida em Santa Catarina já carece de divulgação e circulação, a literatura infantojuvenil é ainda menos conhecida pelos leitores. Neste sentido, “Presença da literatura infantil e juvenil em Santa Catarina” ajuda a minimizar o enorme fosso existente na literatura catarinense voltada para o público infantojuvenil, reunindo textos preferencialmente dirigidos a crianças e adolescentes.
Ainda que de interesse dos leitores em geral, o livro é especialmente indicado para professores e estudantes que desejam trabalhar com a literatura catarinense em suas salas de aula.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
LANÇAMENTO E PALESTRA DE SALIM MIGUEL
Nascido no Líbano em 1924, Salim Miguel chegou ao Brasil ainda criança. Depois de viver sua adolescência no município catarinense de Biguaçu, mudou-se para Florianópolis onde, nas décadas de 1940 e 50, integrou o movimento modernista nas artes catarinenses: o Grupo Sul. Juntamente com sua esposa, a também escritora Eglê Malheiros, escreveu o roteiro do primeiro longa-metragem catarinense, o filme “O Preço da Ilusão”. Em 1965, depois de ser preso pelo Regime Militar, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde editou a revista Ficção e trabalhou para a Editora Bloch e de onde retornou em 1979. Jornalista renomado com passagem por diversos jornais e revistas nacionais, Salim Miguel dirigiu também a editora da Universidade Federal de Santa Catarina e a Fundação Cultural Franklin Cascaes. Autor de 30 livros, entre contos, crônicas, romances, depoimentos e impressões de leitura, dos quais se destacam: “A Morte do Tenente e Outras Mortes”, “A Voz Submersa”, “Nur na Escuridão” (que recebeu o prêmio de melhor romance de 1999 pela Associação Paulista de Críticos de Arte, e o Prêmio Zaffari & Bourbon da 9º Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo), “A Vida Breve de Sezefredo das Neves, poeta” (indicado para o Prêmio Jabuti) e “Mare Nostrum”.
É Doutor Honoris Causa pela UFSC e reconhecido como intelectual do ano pela União Brasileira dos Escritores e Folha de S. Paulo, recebendo o Troféu Juca Pato.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Kid Vinil faz show e lança Almanaque do Rock
16/08 - 16h
Desde Elvis Presley até Cansei de ser Sexy, muita coisa mudou no mundo do rock. O caminho musical trilhado pelas diversas gerações chega ao público num lançamento da Ediouro, o Almanaque do Rock, de Kid Vinil.
Dividido por décadas, o Almanaque do Rock faz uma retrospectiva deste estilo musical desde os anos 50 até hoje. É nesta ordem cronológica que Kid Vinil relembra os grandes músicos que influenciaram gerações, não apenas no campo da música, mas também na forma de se vestir e se comportar.
São 248 páginas que reúnem dados sobre as mais diversas tendências do rock, entre elas Bebop, Surf Music, Folk Rock, Psicodelismo, Glam Rock, Jovem Guarda, Rock Progressivo, Tropicália, Heavy Metal, Punk Rock, Grunge e muitos outros, lembrando sempre os principais representantes de cada segmento, no Brasil e no mundo.
Mais: http://www.kidvinil.blogspot.com/ http://www.kidvinil.com/
Show? vide cartaz acima...
Fonte: micheljaques@terra.com.br
terça-feira, 12 de agosto de 2008

segunda-feira, 21 de julho de 2008
Eu também vou reclamar...

Há muito que venho lendo os poemas do Labes; melhor, há muito que os poemas do Labes vêm me revolvendo o íntimo, estabelecendo esta relação bizarra, febril, como o homem que morde os lábios para sentir o prazer da dor. Há um incômodo nisto tudo, claro está, mas para que serve um poeta senão para isto? E os poemas reunidos neste livro têm esta capacidade de desestruturar, de chocar, de socar, de revolver. São curtos, são duros, eloqüentes! Devolvem à palavra todo seu peso de dizer!
Dizer de Falações um livro de poemas, é dizer pouco, muito pouco. Talvez dizer que há muito estávamos precisados de um acontecimento assim, é dizer mais, é dizer o justo. Falações é este acontecimento literário que ainda vai dar muito o que falar.
Viegas Fernandes da Costa
Escritor
domingo, 13 de julho de 2008
ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO

ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO: gestão do espaço e dos indivíduos em Blumenau (1850-1920), do historiador Ricardo Machado (Edifurb, 2008, 126 páginas).



