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terça-feira, 3 de abril de 2012

Exposição Cidade Adormecida


Abertura:
Quarta, 04.04.2012, 20h


Onde:
Casarão do SESC
Rua Getúlio Vargas, 227 - Centro
Blumenau - SC

domingo, 29 de janeiro de 2012

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Escritos da Carne em Itajaí

Mostra fotográfica e poética retratando o erótico abre nesta sexta-feira, na Casa Aberta

Itajaí recebe nesta sexta-feira, 29 de julho a Exposição Escritos da Carne, que está circulando pelo Estado de Santa Catarina, trazendo diferentes formas de representar o erótico através da literatura e da fotografia. A abertura da exposição acontece na Livraria e Espaço Cultural Casa Aberta (www.casaberta.com.br ), simultaneamente ao lançamento de dois livros.

A mostra Escritos da Carne integra projeto de mesmo nome  (www.escritosdacarne.blogspot.com ), viabilizado através do Edital Elisabete Anderle, da Fundação Catarinense de Cultura, de autoria da historiadora, pesquisadora e professora universitária, Carla Fernanda da Silva, que há algum tempo pesquisa questões relacionadas ao corpo, ao erótico e à sexualidade humana.

São 21 imagens de pessoas/casais, com textos eróticos grafados sobre seus corpos de diferentes maneiras, produzidas por sete fotógrafos -Aline Assumpção, Charles Steuck, Carla Fernanda da Silva, Carlos Lobe, Ivan Schulze, Mariana Florêncio e Sally Satler. Cada casal  fotografado escolheu um texto que tivesse especial significado em sua vivência do erótico, e foi também co-autor das imagens, contribuindo na construção das cenas, que são parte da narrativa.

Segundo Carla, a proposta é representar diferentes corpos, diferentes casais, trazendo a literatura erótica para o corpo, com o objetivo refletir sobre o papel do erótico na contemporaneidade, e provocar um diálogo com o público, fazendo-o questionar-se sobre a vivência de sua sexualidade e a relação com seu corpo. A diversidade de concepção do erótico se concretiza a partir do diálogo entre fotógrafos e fotografados.

"A literatura erótica emana do corpo para a escrita, em Escritos da Carne, fazemos com que esta literatura retorne para o corpo, para a pele", comenta Carla.


Boa Literatura

Além da abertura da exposição, estão marcados para a mesma noite o lançamento do livro de contos, Quarteto de Cordas para Enforcamento, do escritor e dramaturgo, Gregory Haertel, e do livro de poesia “O Retrato da Nudez Eólica”, da jovem escritora Cláudia Iara Vetter, ambos da editora Liquidificador ( www.liquidificador.art.br/produtosculturais ).

Após o romance Aguardo (2008), Gregory Haertel  apresenta aos leitores um livro de contos.Todos os textos que compõem a obra foram escritos entre 2001 e 2005, já no formato em que estão sendo publicados. “Poucas alterações gramaticais e de pontuação foram feitas na minha leitura para o lançamento deste livro, e todas elas com o cuidado de preservar o que estava escrito. Esta não é, portanto, uma coletânea de contos, e, sim, um livro que esperou bastante para ser lançado.”, explica. Quem acompanha a obra de Haertel como dramaturgo vai se deparar com algumas semelhanças entre os textos e peças da Cia Carona de Teatro (Blumenau), já que alguns dos contos serviram de inspiração durante o processo de montagem de peças da Cia.

“Com sua linguagem crua e ousadia narrativa, “Quarteto de cordas para enforcamento” provoca e lacera; para além da moral, devolve-nos uma poesia capaz de incomodar.”, escreve Viegas Fernades da Costa na orelha do livro.

Gregory deve divertir-se muito quando escreve. Quase posso adivinhá-lo escancarando um sorrisão que expõe dentes e malícia, ardiloso a brincar com (de)formação de frases, (des)construção de conceitos, (re)criação de valores e julgamentos.”, comenta o diretor de teatro Pépe Sedrez, no prefácio da obra.

Já a jovem escritora Cláudia Iara Vetter, lança a segunda edição de sua primeira obra -após editar e bancar sozinha a primeira e pequena edição de sua obra, Cláudia obteve agora patrocínio do Fundo Municipal de Cultura de Blumenau para reeditar o livro.

(Cláudia Iara Vetter )Traça as inscrições de seu corpo – arranhões, tatuagens, chagas antigas. Caminhamos consigo por sua estrada “bruta e malfeita”, onde o que é secreto nos é oferto como um presente manualmente esmerado. No percurso d’O Retrato da Nudez Eólica, Cláudia mostra que de tudo só restam fragmentos. Assim como nos legou Safo, a grande poeta da Antiguidade, o amor abala o espírito como um vendaval que desaba sobre os carvalhos.”, comenta o poeta, Vinicius Coelho.

Sobre a Casa Aberta
A Casa Aberta é um dos mais antigos sebos de Santa Catarina e faz parte do universo dos bons sebos brasileiros. Instalada em uma edificação tombada pelo patrimônio, A Casa Konder, abriga um rico acervo da produção literária que circulou por Itajaí.
Do livro novo ao usado, você pode fazer uma viagem em um ambiente agradável, bem no coração do centro histórico de Itajaí. Além de sebo, livraria e espaço cultural, a Casa Aberta é também editora (www.editoracasaaberta.com.br )



Serviço:

Abertura da Exposição 'Escritos da Carne'
Lançamento do Livro  'Quarteto de Cordas para Enforcamento'
Lançamento do Livro 'O Retrato da Nudez Eólica'
Data: 29 de julho | Sexta-feira
Horário: 20h
Local: Casa Aberta | Itajaí- SC
Rua: Lauro Muller, 83 - Centro

sábado, 19 de fevereiro de 2011





1ª OFICINA MULTICULTURAL UNDERGROUND

Acontece sá
bado, 19, no OBS Concept, a 1ª Oficina MultiCultural Underground, que pretende unir em um só lugar, Música e Artes Visuais. Um evento que permeia novos modos de comunicação da arte em Blumenau. Uma parceria entre artistas e o OBS Concept, com o objetivo de aproximar e dar visibilidade a projetos artísticos, até então pouco difundidos em casas noturnas. Uma promoção aberta ao público, com ingressos antecipados ou à venda no local do evento.

A noite inicia c
om os artistas da cena eletrônica, que vão comandar a pista. Suas influências são a cena underground internacional e nacional; seus trabalhos têm como base os gêneros house e techno. O Line Up da noite será com Omar Apetz, que abre para a DJ Aninha, residente no Warung, e encerra com Doriva Rozek.

Enquanto o som rola, o público poderá conferir o trabalho da fotógrafa Gláucia Maindra, que apresenta a série Jardim Tecnológico, resultado da parceria com o Coletivo OpiopticA, por meio do Projeto Chamanlotes; Bruno Bachmann surge na cena com suas obras únicas e coloridas, são seus traços e desenhos que ganham vida pela cidade e galerias; a pintora, desenhista e escultora Paula Schlindwein, traz para essa mostra sua Pop Art, apresentando os grandes ícones do cinema e da música; Nestor Jr participa dessa coletiva diretamente da França, seus trabalhos inspirados pelo mar e pelas mulheres de sua família, já foram exibidos em diversas cidades brasileiras e em uma mostra coletiva na Espanha; o fotógrafo Eduardo Willrich Schlindwein, traz imagens urbanas feitas com a câmera Pinhole; Em sua nova obra Mimetismo Urbano, Daiana Schvartz re
inventa a paisagem, trazendo para os outdoors o cenário por ele omitido; Nubia Abe expõe retratos dos reflexos surreais dos caminhantes embalados pelas ondas do mar; já o fotógrafo Ivan Schulze compartilha a sua visão de mundo pelo processo de pesquisa e fruição na captação de imagens.



O evento conta com a presença da equipe da Good Vibe Tattoo, que aborda a arte de tatuar o corpo em telas. E também apresenta informações sobre o processo artístico de criação e concepção da tatuagem.

A 1ª Oficina MultiCultural Underground acontece a partir das 22 horas, no OBS Concept: Rua Antônio da Veiga, 171 - Victor Konder – Blumenau. Os ingressos antecipados custam: R$ 20 (masculino) e R$ 10 (feminino). Os ingressos no local custam: R$ 25 (masculino) e R$ 15 (feminino). Ingressos antecipados podem ser adquiridos na Good Vibe Tattoo (47) 3037 4901, no Brimo's Bar 3340 6035, no Posto Bela Jóia 3222 0602 e Blu Lanches 3326 5100. Mais informações sobre os artistas envolvidos estão no documento em anexo.

Oficina MultiCultural tem o apoio da Alves de Andrade Investimentos, OBS Concept, Brix Jeans, Good Vibe Tattoo, Posto Bela Jóia, Park Blumenau Restaurant e Wunder Bier.


DJ´s
Omar Apetz | soundcloud.com/omarapetz
Aninha (Warung) | soundcloud.com/aninhadj
Doriva Rozek | soundcloud.com/dorivarozek

ARTISTAS VISUAIS
Bruno Bachmann
| flickr.com/brunobachmann | brunomioto.blogspot.com
Daiana Schvartz | daianaschvartz.blogspot.com | daianaschvartz.carbonmade.com
Eduardo Willrich Schlindwein | flickr.com/eduardo_schlindwein
Gláucia Maindra | flickr.com/maindra
Ivan Schulze | flickr.com/ivanschulze
Nestor Jr | flickr.com/nestorjr
Nubia Abe | flickr.com/nubiabe
Paula Schlindwein | flickr.com/paula_schlindwei
n







segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Noite Multicultural - Exposição Foto Clube P&B no Mab


Exposição "2010 em Preto e Branco"
Fotógrafos do Foto Clube SC
dia 16/12 às 19h30
Na Fundação Cultural de Blumenau
Sala Especial | Sala Alberto Luz

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A COMPLEXA SIMPLICIDADE DA FORMA



A COMPLEXA SIMPLICIDADE DA FORMA | 
Exposição individual de Roy Kellermann | 
09 de dezembro | Casa SESC

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Exposição Olhares - Telomar e Mariana Florêncio


Acontece hoje, (quinta-feira . 19/08), a Exposição OLHARES, de: Telomar (plásticas) e Mariana Florêncio (fotografia). Na Fundação Cultural de Blumenau, às 19h.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Exposição fotográfica


Exposição fotográfica do Projeto Patrimônio em Movimento nesta quarta, dia 09, às 20:00 no Salão Angelim da Biblioteca da Furb. Prestigie!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Exposição fotográfica Cidade Geometria

 - Blumenau em Linhas
e Ângulos abre dia 30 de março, na Furb

 
 
A exposição Cidade Geometria - Blumenau em Linhas e Ângulos abre dia 30 de março, terça-feira, às 20h, na Biblioteca Universitária da Furb, em Blumenau. As fotografias, de autoria de Mariana Furlan, exploram a arquitetura de construções blumenauenses. Cidade Geometria apresenta quatro pontos icônicos - Teatro Carlos Gomes, Catedral São Paulo Apóstolo, Ponte dos Arcos e Ponte de Ferro - e explora ângulos inusitados e diversos às imagens normalmente exploradas destes locais.
 
A proposta resultou em uma experiência estética, com fotografias marcadamente geométricas e até abstratas, que oferecem pontos de vista novos e por vezes intrigantes aos espectadores. As fotos captam detalhes, sombras esquecidas, formas escondidas, cantos e quinas. E a partir das mesmas linhas das edificações, novas imagens foram "construídas". As 25 fotos da exposição são em preto e branco, ressaltando a força da forma e da luz.
 
Para compor as imagens, a autora usou a estética inspirada no Construtivismo, surgido no começo do século 20. O movimento artístico que teve grande força na Rússia trouxe à fotografia a valorização do que é concreto, da arquitetura, da geometria e abriu espaço ao abstracionismo.
 
A cerimônia de abertura terá a presença da paisagista e designer Ana Holzer, que comentará a sua perspectiva sobre o trabalho. As fotografias permanecem expostas à visitação na Furb até 10 de abril, e depois seguem para outros pontos em Blumenau.
 
Cidade Geometria - Blumenau em Linhas e Ângulos é um projeto subsidiado pelo Fundo Municipal de Apoio à Cultura de Blumenau, aprovado em 2009.
 
Sobre a autora
Mariana Furlan é formada em Jornalismo, pela Univali, e pós-graduada em Fotografia, pela mesma universidade. Atualmente, trabalha como editora no Jornal de Santa Catarina, em Blumenau. Esta é a primeira exposição da aspirante a fotógrafa.
 
Serviço
Cidade Geometria - Blumenau em Linhas e Ângulos
Exposição fotográfica de Mariana Furlan
Abertura: 30 de março de 2010, às 20h
No Salão Angelim da Biblioteca Universitária da Furb (Campus 1), Blumenau
Visitação: 31 de março a 10 de abril

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

des_locamentos | Por Roseli Hoffmann Schmitt

No contexto artístico social-histórico das primeiras décadas do século XXI verificamos um bombardeamento de imagens que se movem dentro de uma densa rede de mercado e sistemas como galerias, museus, feiras de arte, bienais e as dinâmicas dos colecionadores.

A arte mergulha em experimentações e excessos, numa condição de estranhamento e instabilidade que desnorteia e intriga - provoca. Os artistas incorporam e comentam a vida em suas grandezas e pequenezas, em suas potencialidades de estranhamento e em suas banalidades. A pintura não morreu tão pouco a escultura desapareceu. Juntam-se, a elas, as instalações, objetos, performances, textos, vídeos, internet e um sofisticado sistema de suportes e possibilidades matéricas.

Artistas contemporâneos buscam sentido. Um sentido que pode ser alicerçado nas preocupações e apreensões da realidade, nem sempre deslocada, mas locada em um tempo e espaço próprio e ao mesmo tempo universal.

Daiana cria fábulas. Suas obras combinam o desenho, a fotografia, a plotagem, as instalações. A obra provoca o estranhamento, tal como em “Alice no País das Maravilhas”, gerando um clima de mistério.

Liberdade, ausência e solidão do mundo pós-moderno convivem com o mesmo espaço com um lacônico cenário de contos de fadas em que o cidadão do mundo viaja por continentes e culturas diversas. Os desenhos sobem pelas paredes, entrelaçam cantos e tetos com as vozes roucas do mundo. Agigantam-se e abafam o silencio do não dito, do oprimido, da violência. É o cântico desesperado do mundo, das muitas vozes, dos muitos povos. Fragmentação e circulariade da Alice – nas grandezas e nas pequenezas.

As etiquetas plotadas no chão formam uma cobertura poética de significância simbólica, beirando os limites do mundo global e da inexistência de identidade e particularidade. Forma um tapete de partículas efêmeras e de memórias pessoais e, ao mesmo tempo, globais. Traçam o itinerário do tempo. Marcam topografias de percursos aleatórios.

Nas mãos da artista, objetos e elementos banais, como as etiquetas de roupas, tão esquecidos e surrados com o tempo de uso, ou não, formam um microcosmos de uma vida em transito. A artista realiza operações mentais que anunciam verdades profundas. Cria uma trama exercícios de subjetividade que se iniciam no ambiente domestico e dele ecoam para uma torre de babel de línguas e culturas. Na somatória das vozes, um clamor de aconchego busca o significado mais amplo de nossa existência - a transitoriedade no mundo.

Memória emprestada de fragmentos imaginários. Retalhos de banalidades que envolvem a etiqueta não só de vestimentas, mas de pessoas. Identidades cravadas no chão onde cada qual pisa. Aqui eu fiz, aqui eu andei, aqui está meu vestígio, quase apagado no tempo, mas feito no mundo, no Brasil, na China, na materialidade e no tecido da voz.

As implicações da arte contemporânea pelas questões do corpo são complexas. Ligam-se ao contexto do final do século XXI, da globalização ao anonimato, aliada a um culto ao corpo que permitem transformações físicas, demandando uma nova e radical fisicalidade.

Emerge, desse contexto sócio-histórico um corpo pós-moderno que não mais se representa. Ele orquestra um jogo multifacetado de conteúdos, manipula materialidades e emoções e, escapa de suas conexões com a realidade, assume contornos rarefeitos, etéreos, artificiais e efêmeros.
Na construção desse jogo de sentidos, Aline apropria-se das possibilidades de representação do corpo para expressar a sua arte.

O corpo que a artista apresenta passa a materializar comentários sobre sexo, morte, religião, vida, decadência, espiritualidade, individualidade, massificação. Passa por um ilimitado campo de experimentações autobiográficas atemporais e universais.

A memória corporal torna-se um valioso bem, de imensurável valor afetivo. A artista desnuda e oferece ao fruidor uma cumplicidade e intimidade de quem abre um diário.
A rigidez da forma do corpo e da fisionomia gélida e comum do rosto instaura a sua própria ausência. O corpo desmaterializa o lugar de sua fisicalidade e intimidade enquanto corpo físico e orgânico e transforma-o em um corpo de simulacro.

A artista corta a materialidade que reveste o corpo (o vestido) e deixa vestígios, marcando territórios e tempos. No vídeo, usa uma fala pragmática de imagens, saindo do espaço individual e temporal para abarcar a universalidade virtual e simbólica.

A ausência do corpo – corpo no vestido, o corpo sem vestido, o corpo sem rosto, o rosto de todos - a cadeira sem corpo, o corte da tesoura, a tesoura no vestido, o tecido do corpo, o corpo de todos - de ontem, anteontem, do hoje, do amanhã. A vida de todos, no chão, a vida toda.
No nosso mundo urbano contemporâneo as coisas não se pretendem representar ou serem representadas, representando verdades externas a si mesmas. No mundo confuso do nosso dia-a-dia, onde as coisas acontecem numa velocidade superior à capacidade humana de apreensão, as aparências simplesmente são.

Charles articula as possibilidades do real no irreal. A questão da identidade é perpassada por uma sensação de impossibilidade e fugacidade.

O artista cria instalações que apresentam a dualidade como tema, a partir dos efeitos de luz e sombra, do deslocamento do real e do irreal. Com o uso da luz, o artista cria um sistema em que as coisas se apresentam como irônicos Trompe l´oeils. Assim, a bicicleta suspensa no espaço, e por isso mesma matéria de desfrute e não de uso, vê-se projetada na altura do solo para ser pedalada, revestida de múltiplas cores.

E o que aparece estranho se apresenta, na verdade, como a concepção mais possível, verdadeira e palpável da materialidade. As tensões das coisas do mundo são apresentadas através das curiosas criações do artista. Charles propõe a impossibilidade de se reter um lugar externo, tanto de se enraizar internamente. Ele discute a falência da sensação de conforto e estabilidade da vida; do sistema de relacionamentos reais e a crescente aldeia global de relacionamentos virtuais; desconstrói mitos e recria verdades.

Os artistas falam do não lugar daquela estranha – no entanto familiar – sensação de não se pertencer a lugar e tempo nenhum – do des-locamento do tempo e do espaço e da materialidade.

* por Roseli Hoffmann Schmitt, crítica de arte-ABCA/AICA

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Mais:

No blog do Solda: http://cartunistasolda.blogspot.com/2009/10/anote-na-agenda_20.html

No Jornal de Santa Catarina: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,1124,2690959,13361

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Convite Exposição | des_locamentos

Na próxima quarta-feira, 21 de outubro, os artistas visuais Daiana Schvartz, Charles Steuck e Aline Assumpção abrem sua nova exposição de título "des_locamentos".

O evento é uma iniciativa do trio, junto ao SESC Blumenau, e com a colaboração da crítica de arte, Roseli Hoffmann Schmitt.

Para esta exposição, cada artista está desenvolvendo uma obra inédita, relacionada a sua própria pesquisa e trajetória. Em comum, a afinidade estética, a mutiplicidade dos suportes, e os 'des_locamentos' de tempo, espaço e outros parâmetros que as obras propõem.

Também está envolvida no projeto a artista multimídia, Juliana Teodoro. O coquetel de abertura será na Casa Sesc, a partir das 20h.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Pretexto Arte Contemporânea

Últimos dias para visitar a exposição, na Casa Sesc, em Blumenau. Confira abaixo algumas imagens. A curadoria da mostra é de Letícia Cardoso.


Aline Assumpção
Bruno Bachmann
Daniel Costadessouza
Elke Littig
Ivan Schulze

Dda Silveira
Fabrício Schmidt

Gláucia Maindra
Márcia

Sueli Freygang


Rosina Francheschi
Casa Sesc - Rua Getúlio Vargas, 207 - Blumenau
Visitação de segunda a sexta-feira, das 09h às 17h - até 15 de agosto

terça-feira, 14 de julho de 2009

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Mostra Observatório de Cronos



O Projeto SESCiência apresenta, em parceria com a Universidade Regional de Blumenau, a mostra “Cronos – Observatório do Tempo”, que busca levar o visitante a refletir sobre o tempo subjetivo desprovido de visão para que as sensações sejam despertadas. Ao passar pela Mostra, as pessoas são convidadas a perceberem os vários tempos: cronológico, psicológico, meteorológico, etc.

A mostra fica aberta na FURB até o dia 28 de agosto, das 8 às 11h30 e das 14 às 20 horas, na sala S-310, e vai contar com dois ambientes. Em um ambiente está montado o planetário que ajuda a perceber a passagem do dia e da noite. No outro, um túnel permite a percepção do início do registro do tempo. Um mapa com 24 fusos horários possibilita ainda a análise do tempo em diversas regiões do mundo.


SERVIÇO:
Cronos - Observatório do Tempo
Abertura: 13/08 às 20h - Saguão do Bloco A (FURB)
Visitação: 13 a 29/08 - Bloco S / sala S-310
A entrada é gratuita.
Mais informações: c/ Cleonice - cleonice@sesc-sc.com.br

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Programas pra Agosto - Parte II



Os alunos do 6º semestre de Artes Visuais da FURB, em parceria com o Senac Bistrô Johannstift e com apoio da Schornstein, realizam a exposição "Impressões", que reúne produções com diversas técnicas de gravura. A curadoria é da professora Rozenei Cabral.

Vale a pena porque essa galera é muito talentosa e gente boa.
(Vamos mentalizar pra rolar um chopp de trigo da Schornstein também).
O Senac Bistrô Johannstift fica na Al. Rio Branco, 165, esquina com a Rua 7 de Setembro.
A visitação é de grátis e fica aberta do dia 05 de agosto a 30 de setembro.